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Investimento em tecnologia e capacitação são apostas das empresas para 2022

Para o empresariado brasileiro o ano da retomada já chegou. Passados quase dois anos de pandemia, as organizações estimam que 2022 será o ano que contribuirá para minimizar as perdas decorrentes da crise sanitária e de um período de incertezas na economia. Porém, não basta vontade. É preciso investir em tecnologia para sair na frente. Pesquisa da Deloitte, intitulada “Agenda 22“, mostra que 96% das empresas priorizarão os gastos em tecnologia em aplicativos, sistemas e ferramentas de gestão.

Segurança digital foi outro item levantado por 95% dos entrevistados. Outras áreas que receberão aporte serão a de atendimento ao consumidor (78%) e canais de venda online (71%). Os sistemas de gestão de dados, como o Enterprise Resource Planning (ERP), foram mencionados por 95% dos empresários como sendo fundamental para o êxito nos negócios em 2022.

Pensando em impulsionar os negócios, a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) consolidou, em 2021, diversos projetos de digitalização para empresas. No plano interno, a Agência encerrou o ano com 82% de maturidade digital, que é a definição dada à capacidade que uma empresa tem de competir efetivamente em um ambiente digital. A meta, atestada pelo Índice Cesar de Transformação Digital (ICTD), ultrapassou a expectativa de alcançar 70% até o final do ano.

Especialista há mais de 14 anos na área de Tecnologia da Informação com foco em programação e desenvolvimento de Web, Banco de Dados, Infraestrutura, Sistemas Empresariais, entre outros, Renato Martins dos Santos acredita que esse é o caminho acertado para ganhar um diferencial no mercado. “No mundo corporativo quem detém informação sai na frente. Mas, para obter informações relevantes sobre os seus negócios, essas empresas precisam primeiramente possuir os dados para que sejam tratados e, assim, gerem informações relevantes. Esses dados podem vir de diversas fontes e sistemas dentro de uma mesma empresa, como área de compras, departamento pessoal, área de vendas, estoque, financeiro, contabilidade, fiscal, patrimonial e outros setores”, disse.

De acordo com ele, antigamente para juntar todos esses dados e convertê-los em ‘informação’ era necessário um grande volume de tempo e trabalho. “Nesse contexto surgiram os sistemas ERP, que são softwares robustos, capazes de atender todas as áreas e otimizar a gestão da informação por toda a empresa”, explicou.

As vantagens desse software são inúmeras e, segundo Santos, incluem centralização de informação em um único sistema, maior eficiência e agilidade, adequação às normas contábeis e fiscais, segurança das informações, redução de custos, maior controle dos processos, entre outros. Embora a ferramenta seja uma boa aliada das empresas, Santos avalia que é preciso uma certa dose de maturidade e preparo para se chegar ao objetivo final.

“Nos vários anos em que trabalho com tecnologia e implantação de sistemas, tenho visto vários casos de sucesso, mas também alguns de fracasso na implantação de um sistema ERP. Muitas empresas falham ao ignorar a importância de um mapeamento dos processos e atividades desempenhadas. Devemos lembrar que para atingir um nível satisfatório durante a implantação de um software ERP todos devem estar alinhados e empenhados em atingir o objetivo”, esclareceu.
Para o especialista, os cuidados a serem observados para que a implantação seja bem-sucedida estão ligados ao estabelecimento de um canal de comunicação eficaz e acessível entre a equipe de implantação, funcionários e os chamados stakeholders, que são todas as partes interessadas em seus resultados (sócios ou acionistas, clientes e colaboradores, fornecedores). Definir bem o escopo do projeto e funcionalidades do ERP, assim como mapear os processos e rotinas executadas dentro da empresa por área também são fundamentais.
Outra dica é escolher bem o tipo de software adequado para o tamanho de cada empresa. “Vale lembrar que essa tecnologia não é a solução de todos os problemas. Se uma empresa não possui o mínimo de organização de seus processos e atividades, um ERP por si só não resolverá o problema. De toda forma, é um excelente e essencial aliado”, aconselha Renato Martins dos Santos.

 

Investimento em Recursos Humanos:

A capacitação e o treinamento de todos os colaboradores envolvidos na utilização do Software ERP é outra orientação do especialista. Essa última recomendação vai ao encontro da tendência do mercado para 2022, que é a da capacitação de equipes em todos os setores. A pesquisa da Deloitte revelou que 58% das organizações querem ter colaboradores mais bem preparados este ano. Cinquenta e três por cento esperam que a troca de conhecimento e experiências possam ajudar a alavancar as vendas.

Outro dado que confirma a priorização de ações na educação corporativa está na pesquisa Global Marketing Insights. Segundo ela, o mercado dee-learning deve dobrar de tamanho até 2027 motivado pela participação de empresas e seus colaboradores. Os investimentos saltarão de US$ 250 bilhões para US$ 499,1 bilhões no período.

 

Texto por: Terra | www.terra.com.br

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fbenevides 4 de março de 2022 0 Comentários
Analyzing electronic document

Investimento em nuvem é o caminho para negócios de sucesso

Em 11 de março de 2020,  a OMS (Organização Mundial da Saúde) declarou que o planeta estava vivendo uma pandemia de Covid-19. Como sabemos (e vivemos), a doença teve um impacto direto na vida de bilhões de pessoas, que precisaram se adaptar a uma nova rotina. Algumas mudanças que passamos ao longo desses últimos dois anos poderão ser adotadas definitivamente quando tudo voltar ao normal, como o tão falado home office.

A troca do escritório pela mesa de casa exigiu planejamento, organização e investimento de empresas dos mais diferentes setores. É nesse cenário que a tecnologia de nuvem ganhou espaço, contribuindo para a sobrevivência de muitos negócios e favorecendo o surgimento de novas iniciativas.

Uma pesquisa da consultoria Gartner projetou que os investimentos em nuvem em 2022 devem ser de US$ 482 bilhões, cifra bem superior aos US$ 396 bilhões movimentados em 2021 e aos US$ 313 bilhões em 2020.

O crescimento do mercado de cloud nesse período tem relação direta com a realidade criada pelo novo coronavírus e essa não é apenas uma opinião pessoal. Segundo um levantamento da LogicMonitor, 87% dos tomadores de decisão na área de TI acreditam que a pandemia acelerou o processo de migração para a nuvem.

Aplicativos de delivery, plataformas de comunicação, serviços de atendimento e sistemas de pagamento digital foram fundamentais para manter o mínimo de normalidade na rotina das pessoas sem que fosse preciso sair à rua. A demanda cresceu e só foi possível acompanhar essa revolução graças às soluções em nuvem, que são mais versáteis do que a hospedagem em um servidor local.

Os brasileiros têm bastante afinidade com smartphones, tablets e computadores. Trocar alguns compromissos na vida real por toques em uma tela foi algo natural. Não por acaso, a TechNavio coloca o Brasil e seus países vizinhos como uma região chave para o crescimento dos serviços de nuvem.

As empresas que investem nessa tecnologia aumentam suas chances de sucesso. As soluções em nuvem oferecem ferramentas para uma melhor adaptabilidade, com cinco vantagens evidentes: agilidade, redução de custos, segurança, confiabilidade e flexibilidade.

O cloud computing garante à empresa maior capacidade de desenvolver, testar e lançar novos projetos, um ganho de tempo que traz produtividade e economia. Isso pode fazer toda a diferença para enfrentar períodos de transição agora e no futuro.

Os serviços baseados em nuvem são ideais para organizações que estão em crescimento ou que trabalham com um número flutuante de clientes e colaboradores. De nada adianta apostar em um novo serviço se a estrutura de TI não está preparada para transmitir um grande volume de dados com a velocidade necessária para o negócio e armazenar essas informações com segurança.

Ainda não é possível saber quando as autoridades de saúde vão anunciar o fim da pandemia ou tampouco prever todos os impactos permanentes que o vírus provocará na economia e na sociedade, mas a tecnologia sempre será o melhor caminho para encarar o que está por vir.

Armindo Sgorlon, atua como empreendedor desde os 23 anos. O empresário possui MBA em Gestão Estratégica pela USP e acredita que a tecnologia é capaz de transformar todos os setores e negócios. Atualmente é CEO da SGA TI em Nuvem.

 

Texto por: TI Inside | www.tiinside.com.br

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fbenevides 11 de fevereiro de 2022 0 Comentários

O impacto da tecnologia na gestão empresarial

O impacto da tecnologia no mercado ocorre de maneira direta e multifatorial, ou seja, muitos aspectos modificam o fluxo de oferta e demanda através de novas ideias e de novos serviços e produtos.

 

O impacto da tecnologia na gestão empresarial

Os fatores tecnológicos precisam de amparo estratégico por parte de uma gestão empresarial, considerando que muitos pontos impactam nos resultados de uma marca no mercado.

 

Novas tecnologias e novas necessidades

Uma vez que novos produtos podem fazer com que surjam novas necessidades, da mesma maneira, uma nova forma de prestação de determinado serviço, pode modificar um segmento em todo o processo do setor. Sendo assim, a gestão da empresa deve analisar de forma estratégica a viabilidade de investir em tecnologia na gestão, de maneira que possa amparar os seus fluxos e atender o seu cliente de forma total.

 

Modificação do fluxo de oferta e demanda

Os fatores tecnológicos modificam o fluxo de oferta e demanda, considerando que o desejo de compra do cliente não é estático. Sendo assim, é importante que uma empresa verifique o que há de novo no mercado. Visto que podem surgir novas oportunidades para gerar valor competitivo para uma marca, ainda que ela já exista no mercado de forma tradicional. Dessa forma, é possível que uma empresa faça uma análise centralizada de gestão, de modo que considere todos os seus fluxos como fatores holísticos.

 

É necessário atualizar o funil de vendas e investir em sistemas integrados

Assim sendo, o investimento em tecnologia passa a ser integrado, considerando todas as cadeias produtivas e todas as entregas que são feitas ao cliente. Haja vista que a experiência do cliente é composta por todos os fatores diretos e indiretos na gestão empresarial, ou seja, é  necessário atualizar o funil de vendas e investir em sistemas integrados para melhorar a comunicação da marca com a sua audiência.

É fundamental que a gestão da empresa faça uma correta gestão de estoque e logística. Dessa forma, poderá garantir as entregas dos produtos dentro do prazo prometido.

 

Amplie o seu canal de vendas 

Sendo assim, uma gestão holística está completamente ligada aos fatores tecnológicos. Uma vez que o investimento em sistemas integrados, como a tecnologia omnichannel, permite que a empresa amplie o seu canal de vendas e realize uma gestão que considere métricas em tempo real, amparando fluxos internos e externos.

 

Quebra de barreiras na comunicação

Dessa forma, a gestão da empresa quebra importantes barreiras no que diz respeito à comunicação. Certamente, as ferramentas tecnológicas amparam uma empresa; ao passo que a ausência desse investimento pode fazer com que uma marca crie um fluxo contraproducente, entrando em obsolescência.

 

Texto por: Notícias Concursos | www.noticiasconcursos.com.br

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fbenevides 4 de fevereiro de 2022 0 Comentários
Portrait of successful caucasian farmer cattleman in sheep barn.

Minas testa 5G no agronegócio

O ministro das Comunicações (MCom), Fábio Faria, participou nesta quinta. 2, de demonstrações de projeto-piloto de conectividade 5G para o setor do agronegócio em Uberaba (MG), no triângulo mineiro. Já foram conduzidos testes com a tecnologia de quinta geração em Rondonópolis (MT), Sorocaba (SP) e Londrina (PR). O evento, primeira experiência com a tecnologia após a realização do leilão do 5G, foi promovido pela Algar Telecom, Nokia e a Associação Comercial, Industrial e de Serviços (ACIU), junto com startups locais.

“O agronegócio brasileiro, com o 5G, vai mostrar para o mundo duas coisas: que o nosso agro não desmata a Amazônia, que não faz desmatamento ilegal; e que a gente pode duplicar a nossa produção, para ajudar o mundo, sem precisar de um hectare sequer, além do que a gente já utiliza hoje”, ressaltou o ministro Fábio Faria durante a cerimônia. A expectativa, Faria reforça, é que “a nova tecnologia eleve o Brasil à condição de protagonista mundial na produção de alimentos, uma vez que o país já ocupa espaço de destaque na produção e exportação de grãos, além de dispor de boas condições climáticas e de solo para o cultivo de outras culturas”.

A cerimônia foi realizada no Parque Tecnológico do Instituto Federal do Triângulo Mineiro (IFTM) e contou com a atividade “5G é Agro”, que contempla visitação de demonstração de experiências. Na oportunidade, o ministro e demais autoridades conheceram projetos em prática, como o Sistema para Apoio no Diagnóstico de Pastagens Degradadas (SIPADE), desenvolvido no Campus Avançado do instituto, e projetos em Internet das Coisas (IoT) para monitoramento de ambientes, da saúde de animais e de máquinas no agronegócio.

Os testes para o agronegócio são realizados em colaboração com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), em cidades selecionadas pela referência de suas universidades e instituições de pesquisa agropecuária.

Além de Faria, a cerimônia também teve a participação do secretário-executivo do Mapa, Marcos Montes; do presidente da Frente Parlamentar Agropecuária, deputado federal Sérgio Souza; e outros parlamentares convidados. Ainda participaram a prefeita de Uberaba, Elisa Araújo, o presidente da Câmara dos Vereadores, Ismar Vicente dos Santos, e a reitora IFTM, Deborah Santesso Bonnas.

O agronegócio será um dos setores da economia diretamente impactados com a chegada da tecnologia de quinta geração, possibilitando a automação e robotização da cadeia produtiva no campo, desde a análise de condições sanitárias dos animais em tempo real até controlar máquinas a distância. Há expectativa de crescimento do PIB do setor em até 10% com a chegada do 5G. De acordo com o Mapa, a nova tecnologia vai trazer melhoria no social, ambiental e na produtividade do agro brasileiro.

Texto por: TI Inside | www.tiinside.com.br

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fbenevides 3 de dezembro de 2021 0 Comentários
Futuristic business investment information technology

Tecnologia na era das ideias: a otimização das empresas no mercado atual

Estamos na era das ideias e cada vez mais inovações tecnológicas fazem parte do avanço do mercado; ao passo que se tornam diferenciais competitivos para o mundo dos negócios.

Tecnologia na era das ideias: a otimização das empresas no mercado atual

Nos anos 70, 80 e 90 a inovação tecnológica era mais fácil de ser acompanhada dentro do mercado. Visto que novos produtos surgiam, ao passo que as empresas poderiam aderir “aos poucos” tais inovações, como é o caso da máquina  de cópias e do Fax. No entanto, com a revolução da internet, novas tecnologias têm surgido de maneira dinâmica, modificando o fluxo de diversas empresas, fazendo com que surjam novas áreas de atuação.

A tecnologia é um conjunto de ideias, instrumentos, processos e métodos

De forma sucinta, a tecnologia é um conjunto de ideias, instrumentos, processos e métodos. Sendo assim, vários avanços tecnológicos contribuem para diversos setores ao redor do mundo, sendo primordial para o mundo dos negócios na atualidade. 

Portanto, a tecnologia acompanha a evolução da sociedade e é primordial para a continuidade dos processos de evolução humana, corroborando ideias e aparelhos smart que, cada vez mais, estão inseridos na rotina de todos.

Estímulos tecnológicos geram novos produtos

No mercado há diversos estímulos tecnológicos, bem como novas descobertas facilitam a rotina de milhares de pessoas. Não faz muito tempo que se ouvia dizer que haveria um telefone celular comandado por toque dos dedos; nascia a tecnologia Touch screen (sensível ao toque). Juntamente com essa inovação vieram diversas aplicações e, atualmente, o telefone celular smartphone é uma substituição de diversos aparelhos anteriores à essa tecnologia. Por isso, a era das ideias é uma revolução no mercado e gera novas inovações.

As empresas devem direcionar seus investimentos 

Sendo assim, um entrante no mercado pode se beneficiar de fatores tecnológicos; direcionando seus investimentos de forma que não fique aquém dessa dinâmica que, muitas vezes, ocorre por meio de fatores intangíveis.

Integração por meio de sistemas inovadores

É fundamental que invista em sistemas inovadores para que integre os setores da empresa, de maneira que a gestão da empresa obtenha dados facilitadores de gestão, melhorando o fluxo das entregas que são feitas aos clientes.

Crie ciclo de melhorias contínuas na era da inovação

Além disso, a otimização de processos tecnológicos permite que uma empresa se beneficie através da gestão holística, por muitas vezes, criando um ciclo de melhorias contínuas que são possíveis por meio de diversos fatores tecnológicos nos processos atuais.

 

Texto por: Notícias Concursos | www.noticiasconcursos.com.br

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fbenevides 19 de novembro de 2021 0 Comentários
Farmer standing in a rice field with a tablet.

Tecnologia no agronegócio

A tecnologia não está restrita apenas às cidades e indústrias, ela também está bem presente no CAMPO!
É isso aí, o agronegócio já representa quase 25% do PIB brasileiro e vem se mostrando um setor bem promissor, uma vez que não foi tão afetado pelos danos da pandemia. Aliando à tecnologia no agronegócio, a indústria agropecuária não para de evoluir e apresentar novas formas de produção e controle, ganhando novos caminhos para crescer no mundo todo.
Hoje, com a tecnologia no agronegócio já existem fazendas 100% monitoradas remotamente, através de sistemas conectados em computadores e smartphones, que geram facilidades para o dia a dia no campo e agilizam muito o controle e a identificação de possíveis problemas.
Aumente sua produtividade e controle nas lavouras sem precisar gastar com expansões de propriedade através de um sistema personalizado, que gere informações precisas através do volume de dados coletados, resultando em produtos com maior qualidade e menos desperdícios.
Vem com a gente, alie a tecnologia à SUA produção!
Texto por: Fbenevides Tecnologia | www.fbenevides.com.br

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fbenevides 27 de agosto de 2021 0 Comentários

Você sabe o que é React?

Você já ouviu falar em React? Sabia que ela está presente no seu dia a dia? Aposto que não!
O React, também chamado de ReactJS, é uma biblioteca JavaScript desenvolvida pelo Facebook (sim, Mark Zuckerberg é dono dela também) para a criação de interfaces de usuário em aplicativos e sistemas web, inicialmente utilizada apenas para fazer melhorias no aplicativo do Facebook.
Numa pesquisa sobre hábitos de desenvolvedores, realizada em 2018 no StackOverflow, o React foi a terceira biblioteca mais citada pelos usuários e desenvolvedores profissionais, mas não me surpreenderia se ela ocupasse a primeira ou segunda posição nos dias de hoje…
Como dissemos ali em cima, você usa React o tempo todo no seu dia a dia e você não sabe, quer ver só? Vou listar aqui alguns aplicativos desenvolvidos em React, conte quantos deles você já usou:

E não para por ai… React já é parte da sua vida e provavelmente vai aparecer ainda mais. E agora, você sabe o que é React?

O futuro já está sendo desenvolvido em React, não fique de fora dele!
Texto por: Fbenevides Tecnologia | www.fbenevides.com.br

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fbenevides 30 de julho de 2021 0 Comentários
A farmer with a tractor, combine at a field in sunlight. Confident, bright colors

A importância da tecnologia no agronegócio brasileiro

Assim como para outros mercados, a tecnologia tem muito a contribuir para o agronegócio, um dos setores que mais cresce no país.

A produção agropecuária do passado era bastante diferente do que vemos nos dias de hoje. Há alguns anos, produtividade era sinônimo de grandes propriedades, já que para aumentar a produção, era preciso ter mais área plantada ou de pasto para os animais. Mas, a realidade do produtor rural mudou. Hoje, com a tecnologia desenvolvida no Brasil, é possível produzir mais sem a necessidade de ampliar a extensão da propriedade, pois a inovação traz, todos os dias, novas possibilidades para o produtor do campo. Atualmente, segundo dados do Cepea/Esalq-USP, o agronegócio já representa quase 25% do PIB brasileiro e, por ter sido um setor que não parou durante a pandemia, é um mercado extremamente promissor, tanto interno quanto externamente. Portanto, o avanço do agronegócio já está diretamente atrelado à tecnologia e às oportunidades que ela proporciona ao setor. Entenda por que neste artigo.

Aumento da produtividade, maior controle na gestão da propriedade, mais qualidade, redução de custos e desperdícios, além da implementação de processos mais sustentáveis, esses são alguns dos benefícios que a tecnologia proporciona à propriedade e ao produtor rural. Hoje, já existem fazendas 100% monitoradas remotamente, através de sistemas conectados em computadores e smartphones. Segundo a Comissão Brasileira de Agricultura de Precisão (CBAP), 67% das propriedades agrícolas brasileiras já adotaram algum tipo de inovação tecnológica. Diferente do que era visto há alguns anos, quando poucos computadores faziam parte das propriedades e, muitas vezes, o controle da produção era feito no papel ou até na cabeça do fazendeiro.

São empresas do Brasil que desenvolvem a tecnologia necessária para que, cada vez mais, a agricultura nacional cresça e se torne mais reconhecida em produção, exportação e, claro, uma grande auxiliadora na economia do país. Segundo um estudo recente realizado pela Associação Brasileira de Startups em parceria com a Dell Technologies, o Brasil já conta com 299 startups (empresas em estágio inicial de atuação e focadas em inovação) com atuação voltada ao agronegócio. Trata-se de um segmento em expansão que deve acelerar ainda mais os avanços no campo no país, uma vez que, ainda segundo o estudo, 47% dessas startups receberam investimentos externos em 2020 – quase o dobro da média geral em outros setores (26,7%).

Que a tecnologia é importante e que ela faz parte do dia a dia do agropecuarista, já sabemos, mas quais são os demais fatores que a tornam tão importante para o agronegócio? Hoje, as fazendas são consideradas empresas rurais e, assim como em uma companhia do ramo automobilístico, deve ser feita a gestão dos processos internos, desde a logística de compra de matéria-prima, insumos e venda de produtos até o controle de tarefas e horários dos funcionários. Para isso, são usados softwares de gerenciamento para apoiar o produtor rural na organização dos dados e informações coletadas. Esses programas levam:

•Mais precisão e agilidade ao produtor;

•Processos integrados e otimizados;

•Mais facilidade no gerenciamento de processos;

•Uniformidade na execução de tarefas.

Além dos aplicativos de gerenciamento e monitoramento da fazenda, também existem programas para:

•Mapeamento da área, que trabalham em conjunto com GPSs e drones;

•Combate de pragas e doenças, que coletam informações através de sensores e criam bancos de dados para ajudar o produtor a tomar decisões quanto ao que fazer em relação à lavoura;

•Previsão climática, com informações sobre precipitação, temperatura e umidade;

•Pulverização e plantação, que controlam as máquinas que atuam nessa etapa da lavoura;

•Acompanhamento do mercado.

Boa parte dos softwares funcionam integrados com outros programas e/ou com ferramentas instaladas na fazenda. Além das versões para desktop – para computadores – também existem aplicativos para celulares, que podem ser acessados de qualquer lugar, oferecendo mais mobilidade ao produtor, que consegue controlar a fazenda sem estar presente fisicamente no local.

Texto por: G1 | www.g1.globo.com

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fbenevides 23 de julho de 2021 0 Comentários

5 Motivos para abandonar suas planilhas no Excel e adotar um Sistema de Gestão

Você já teve de lidar com dezenas de planilhas no Excel, muitas vezes espalhadas em diferentes pastas do seu computador, e ficou perdido com tantos documentos? Então este post é para você!

Planilhas de orçamento de obra, viabilidade econômica, cálculo do BDI, gestão de custos, cronograma físico-financeiro… São tantas que a chance de você se confundir acabam sendo gigantes!

Por isso, aqui, você vai entender as razões pelas quais suas planilhas já não fazem mais sentido. E também vai descobrir o que fazer para melhorar sua rotina!

Boa leitura.

Administrar bem uma empresa é essencial para a estratégia de crescimento do seu negócio. Independentemente do seu porte, o método adotado para organizar demandas e ter um panorama de fácil acesso de tudo o que acontece na instituição fará a diferença no dia a dia empresarial.

Por essa razão, fazer uso de planilhas já não é mais a melhor maneira de administrar a sua empresa.

Conheça 5 motivos para abandonar suas planilhas no Excel e adotar um ERP eficiente.

1. Risco de perda de dados

As planilhas são muito usadas principalmente por serem ferramentas gratuitas e de acesso fácil. No entanto, nesse caso, o barato pode sair caro.

Isso porque o risco de haver perda de dados é gigantesco quando se tem dezenas, centenas de documentos avulsos.

É muito comum também que cada área de uma empresa mantenha uma cópia das planilhas. Se esses documentos não estiverem com atualizações disponíveis para todos os membros da empresa, os erros em decisões estratégicas do negócio tendem a ser frequentes.

E o quadro fica ainda mais preocupante quando diferentes setores se dão conta de que os números de suas planilhas não batem. Como saber quem está certo?

Mas caso a instituição opte por utilizar um sistema de gestão, o cenário pode começar a melhorar.

Com planilhas centralizadas dentro desse sistema na rede, o risco de perda de dados ou de informações divergentes e desatualizadas minimiza drasticamente.

Num primeiro momento, utilizar um sistema de gestão com um ERP pode parecer caro. Mas, com o tempo, o Retorno sobre o Investimento (ROI) compensa o custo.

Além disso, bons ERPs possibilitam armazenamento ilimitado em banco de dados. Essa facilidade ajuda a potencializar os resultados, além de permitir rapidez no acesso às informações.

2. Falta de confiabilidade das informações

Como você notou no motivo número 1, as planilhas não são tão eficientes quanto se imagina. Fora a perda de dados, as planilhas no Excel causam falta de confiabilidade das informações.

Mas o que é isso?

Confiabilidade das informações é quando os elementos de uma planilha fornecem dados insuficientes ou mesmo equivocados. Nesse sentido, não é possível confiar no que está descrito.

Possuir muitas planilhas separadas pode gerar alguns problemas, dentre eles:

  • Perda de planilhas
  • Confusão entre documentos
  • Falhas ao transferir dados de uma planilha para outra
  • Desatualização das informações

Um software de gestão, como um ERP, possibilita que profissionais de diferentes setores de uma empresa tenham um panorama com telas com gráficos e indicadores. Dessa forma, analistas, desenvolvedores e gestores sabem exatamente a situação atual da empresa com informações confiáveis para tomadas de decisões acertadas.

3. Planilhas no Excel diminuem a produtividade

Planilhas no Excel diminuem a produtividade a partir do momento em que geram retrabalhos.

Ainda que existam diferentes áreas numa empresa, ela é um organismo único e seus dados devem ser consolidados para que a gestão seja positiva.

Se cada grupo transformar suas planilhas do jeito que lhes convém, vai causar um enorme caos e diminuir a produtividade da empresa como um todo. Por isso, um sistema de gestão pode ser útil para centralizar todas as informações.

Com as informações centralizadas, os profissionais de diversos setores têm igual noção dos acontecimentos e números da organização.

Você pode até acreditar que um sistema de computação em nuvem é suficiente para suprir os problemas causados pela gestão feita com dezenas de planilhas.  

Mas cada departamento requer filtros específicos. Nesse ponto, o sistema em nuvem não resolve. Diante disso, um ERP consegue fornecer as especificidades de cada setor, oferecendo padrões e melhorando a gestão.

4. Aumento de custos

Outro motivo relevante para abandonar suas planilhas no Excel é o aumento de custos. E quando se trata de custos é tanto o custo de mão de obra quanto de tempo para preencher dados em diferentes planilhas.

As planilhas no Excel podem ser funcionais para dados pontuais. Mas quando os objetivos incluem melhorar a gestão de um negócio a história é outra.

Com um sistema de gestão, diversos custos podem ser reduzidos com processos automatizados. Assim, não existe a necessidade de ter um funcionário alimentando o sistema manualmente. Além disso, gastos cotidianos como impressão e papéis físicos não existiriam.

5. Ausência de integração

O último e, provavelmente, mais importante motivo para que você deixe suas planilhas no Excel no passado é que elas não estão aptas a serem conciliadas com outros sistemas.

Numa empresa, é essencial que as pessoas e departamentos trabalhem de maneira integrada. Fazer isso com uso de planilhas é inviável.

Ao utilizar planilhas, você precisa criar uma para cada necessidade, por exemplo: gestão de custos, controle de estoque e medição de obras. Só nesses casos já seriam necessárias 3 planilhas diferentes.

Com um sistema de gestão, a integração é feita de modo automático, proporcionando mais confiança, menos erros e mais produtividade. Os melhores ERPs são totalmente integráveis ao sistema de gestão empresarial da organização.

Além disso, um sistema de gestão não substitui apenas suas planilhas no Excel como também são responsáveis diretas por tornar os processos da sua empresa mais ágeis.

 

Texto por: Buildin | www.buildin.com.br

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fbenevides 25 de junho de 2021 0 Comentários

Ativos tecnológicos como investimento estratégico

Cada vez mais as empresas enxergam os investimentos em soluções de software como um investimento em TI, e não como despesa, por um motivo simples: aumentam a lucratividade e a eficiência da organização.

No mundo dos negócios são considerados investimentos aqueles gastos realizados com o objetivo de aumentar a receita e a lucratividade ou melhorar a imagem da empresa. E se até pouco tempo isso significava a compra de máquinas para aumentar a produção ou veículos para fazer entregas, no atual cenário essa definição está cada vez mais associada às soluções de software.

O investimento em software é fundamental para que uma empresa consiga se manter atualizada e competindo de igual para igual em um mercado cada vez mais competitivo. Os ativos tecnológicos já deixaram de ser um diferencial e tornaram-se uma necessidade para praticamente todos os segmentos de negócios.

Entre os benefícios de uma boa solução de software estão à facilitação e agilização de processos e o fornecimento de serviços mais estratégicos, rápidos, seguros e atraentes para o consumidor, além de uma tomada de decisões mais eficiente por parte da empresa.

Como exemplos dessa tecnologia podemos citar as coleções de software especializadas em Arquitetura, Engenharia e Construção, que atualmente permitem a implantação do BIM (Building Information Modeling ou Modelagem da Informação da Construção em tradução para o português). Além de ser já obrigatório nos projetos e construções públicas no Brasil, ele reduz os custos e o retrabalho, aumentando de forma significativa o potencial de ganhos de produção.

A implantação de uma solução complexa exige alta capacidade técnica da empresa que oferece ao mercado, pois muitas vezes vai lidar com uma verdadeira reestruturação em vários processos de trabalho fundamentais à operação. Existem casos em que até mesmo a “sobrevivência” da empresa no mercado depende de sua modernização por meio de software. Todo esse trabalho é recompensado com um ROI muito maior para as empresas, além do aumento da produtividade e da possibilidade de crescer de forma sustentável.

Existem inúmeros tipos de software para empresas, assim como há diversidade de organizações e setores produtivos. Para citar como exemplo, os mais comuns são os softwares de comunicação, segurança, gestão, criação audiovisual e design.

Com tantas opções é possível que o decisor precise de parâmetros para basear sua escolha. Um dos critérios para classificar um software como um investimento é a capacidade de elevar resultados e reduzir custos – seja possibilitando produzir mais com os recursos disponíveis, seja reduzindo tempo de execução de tarefas, eliminando falhas e até aumentando a capacidade de se trabalhar em equipe de modo colaborativo.

Os itens citados são os mais lembrados pelos gestores quando se trata de elevação de ganho e redução de gastos. No entanto, vale lembrar que existe um campo ainda pouco observado pelas empresas brasileiras, a segurança da informação. E é nesse quesito que as soluções de segurança digital protegem as empresas contra grandes prejuízos derivados de vazamento de dados e golpes, mantendo a organização segura quanto às informações sensíveis, finanças e reputação da marca.

Atualmente os softwares permitem a execução de inúmeras funções dentro de uma empresa, com maior velocidade e aumento de volume de informações e atividades. No entanto, segundo o especialista Rafael Streda, engenheiro de soluções na Buysoft, “não basta comprar qualquer software e não ter quem apoie em serviços como implantação ou suporte. Em alguns casos, é necessário definir processos de trabalho totalmente novos para a equipe, acompanhar minuciosamente a operação da empresa e depois capacitar todos os envolvidos”.

Para quem está buscando atualizar a empresa, o especialista recomenda: “não busque apenas uma revenda com base em baixos custos, mas escolha um parceiro de negócio com boa capacidade técnica para entrega de serviços e que dê suporte especializado. A empresa que te atende deve gerar melhorias no desenvolvimento da operação (que é o cotidiano de trabalho) e no resultado, ou seja, nos lucros”. Segundo Streda, essa escolha pode ser fator decisivo para o sucesso dessa empreitada.

Texto por: Paranashop | www.paranashop.com.br

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fbenevides 11 de junho de 2021 0 Comentários