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Transformação digital impõe novo ritmo de investimentos em tecnologia

Com o crescimento exponencial da cultura digital no último ano entre os consumidores, a busca por iniciativas de automação também cresceram nas empresas. É o que aponta a pesquisa da IDC.

De acordo com o estudo, metade das pequenas e médias empresas na América Latina quer aumentar gastos com tecnologia este ano.

Ao menos 25% dos entrevistados planejam investimentos de US$ 20 mil a US$ 50 mil, enquanto 20% dos participantes projetam mais de US$ 100 mil.

Milton Felipe Helfenstein, CCO da Envolti, destaca que o número reforça não só a função estratégica da transformação digital, como a importância da tecnologia para a retomada dos negócios:

“Investimentos precisos em sua infraestrutura de software neste momento é algo crucial para elevar a competitividade das MPEs. Isso porque, além de transformar a conduta de trabalho, reduzindo atividades operacionais, manter sistemas atualizados e aplicar boas práticas para a melhoria do controle realizado através de sistemas integrados, permite ao gestor se concentrar no core do negócio”.

Investimentos em tecnologia, aliás, já estavam no radar dos gestores desde antes da pandemia. Essa é, inclusive, a principal prioridade para 37% dos diretores financeiros e CIOS de empresas na América Latina.

“Esses dados indicam que a digitalização e inovação tecnológica estão acontecendo em uma velocidade muito grande e as empresas estão querendo investir em processos que os façam acompanhar todo esse processo” salienta o executivo.

Serviços de terceirização crescem em novo ambiente de negócios

Ele ainda afirma que, neste movimento de digitalização, as mudanças estimulam a competitividade e são ainda mais estratégicas:

“É necessário analisar, por exemplo, se um investimento em estrutura interna não compromete outros setores, enquanto a contratação de equipes especializadas não seria um cenário mais viável, onde o gestor conta com a expertise de diversos profissionais a um custo muito mais direcionado”.

Uma das principais métricas para avaliar investimentos em tecnologia e decidir por contratações internas ou terceirizadas é o custo total da posse:

“É uma projeção de custos relacionados à compra de todo o investimento, incluindo software, hardware, além de mão de obra e outros custos necessários para que tudo se mantenha funcionando. Esse dado é bastante importante para termos uma visão mais ampla sobre tudo o que será gasto e aponta, inclusive, se a empresa tem recursos para arcar com os custos. Neste sentido, optar por investimentos em projetos on demand ou mesmo na manutenção da estrutura através de um parceiro permite um controle mais claro sobre os gastos em longo prazo”, conclui o especialista.

 

Texto por: Economia SC | www.economiasc.com

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fbenevides 20 de agosto de 2021 0 Comentários

5 Motivos para abandonar suas planilhas no Excel e adotar um Sistema de Gestão

Você já teve de lidar com dezenas de planilhas no Excel, muitas vezes espalhadas em diferentes pastas do seu computador, e ficou perdido com tantos documentos? Então este post é para você!

Planilhas de orçamento de obra, viabilidade econômica, cálculo do BDI, gestão de custos, cronograma físico-financeiro… São tantas que a chance de você se confundir acabam sendo gigantes!

Por isso, aqui, você vai entender as razões pelas quais suas planilhas já não fazem mais sentido. E também vai descobrir o que fazer para melhorar sua rotina!

Boa leitura.

Administrar bem uma empresa é essencial para a estratégia de crescimento do seu negócio. Independentemente do seu porte, o método adotado para organizar demandas e ter um panorama de fácil acesso de tudo o que acontece na instituição fará a diferença no dia a dia empresarial.

Por essa razão, fazer uso de planilhas já não é mais a melhor maneira de administrar a sua empresa.

Conheça 5 motivos para abandonar suas planilhas no Excel e adotar um ERP eficiente.

1. Risco de perda de dados

As planilhas são muito usadas principalmente por serem ferramentas gratuitas e de acesso fácil. No entanto, nesse caso, o barato pode sair caro.

Isso porque o risco de haver perda de dados é gigantesco quando se tem dezenas, centenas de documentos avulsos.

É muito comum também que cada área de uma empresa mantenha uma cópia das planilhas. Se esses documentos não estiverem com atualizações disponíveis para todos os membros da empresa, os erros em decisões estratégicas do negócio tendem a ser frequentes.

E o quadro fica ainda mais preocupante quando diferentes setores se dão conta de que os números de suas planilhas não batem. Como saber quem está certo?

Mas caso a instituição opte por utilizar um sistema de gestão, o cenário pode começar a melhorar.

Com planilhas centralizadas dentro desse sistema na rede, o risco de perda de dados ou de informações divergentes e desatualizadas minimiza drasticamente.

Num primeiro momento, utilizar um sistema de gestão com um ERP pode parecer caro. Mas, com o tempo, o Retorno sobre o Investimento (ROI) compensa o custo.

Além disso, bons ERPs possibilitam armazenamento ilimitado em banco de dados. Essa facilidade ajuda a potencializar os resultados, além de permitir rapidez no acesso às informações.

2. Falta de confiabilidade das informações

Como você notou no motivo número 1, as planilhas não são tão eficientes quanto se imagina. Fora a perda de dados, as planilhas no Excel causam falta de confiabilidade das informações.

Mas o que é isso?

Confiabilidade das informações é quando os elementos de uma planilha fornecem dados insuficientes ou mesmo equivocados. Nesse sentido, não é possível confiar no que está descrito.

Possuir muitas planilhas separadas pode gerar alguns problemas, dentre eles:

  • Perda de planilhas
  • Confusão entre documentos
  • Falhas ao transferir dados de uma planilha para outra
  • Desatualização das informações

Um software de gestão, como um ERP, possibilita que profissionais de diferentes setores de uma empresa tenham um panorama com telas com gráficos e indicadores. Dessa forma, analistas, desenvolvedores e gestores sabem exatamente a situação atual da empresa com informações confiáveis para tomadas de decisões acertadas.

3. Planilhas no Excel diminuem a produtividade

Planilhas no Excel diminuem a produtividade a partir do momento em que geram retrabalhos.

Ainda que existam diferentes áreas numa empresa, ela é um organismo único e seus dados devem ser consolidados para que a gestão seja positiva.

Se cada grupo transformar suas planilhas do jeito que lhes convém, vai causar um enorme caos e diminuir a produtividade da empresa como um todo. Por isso, um sistema de gestão pode ser útil para centralizar todas as informações.

Com as informações centralizadas, os profissionais de diversos setores têm igual noção dos acontecimentos e números da organização.

Você pode até acreditar que um sistema de computação em nuvem é suficiente para suprir os problemas causados pela gestão feita com dezenas de planilhas.  

Mas cada departamento requer filtros específicos. Nesse ponto, o sistema em nuvem não resolve. Diante disso, um ERP consegue fornecer as especificidades de cada setor, oferecendo padrões e melhorando a gestão.

4. Aumento de custos

Outro motivo relevante para abandonar suas planilhas no Excel é o aumento de custos. E quando se trata de custos é tanto o custo de mão de obra quanto de tempo para preencher dados em diferentes planilhas.

As planilhas no Excel podem ser funcionais para dados pontuais. Mas quando os objetivos incluem melhorar a gestão de um negócio a história é outra.

Com um sistema de gestão, diversos custos podem ser reduzidos com processos automatizados. Assim, não existe a necessidade de ter um funcionário alimentando o sistema manualmente. Além disso, gastos cotidianos como impressão e papéis físicos não existiriam.

5. Ausência de integração

O último e, provavelmente, mais importante motivo para que você deixe suas planilhas no Excel no passado é que elas não estão aptas a serem conciliadas com outros sistemas.

Numa empresa, é essencial que as pessoas e departamentos trabalhem de maneira integrada. Fazer isso com uso de planilhas é inviável.

Ao utilizar planilhas, você precisa criar uma para cada necessidade, por exemplo: gestão de custos, controle de estoque e medição de obras. Só nesses casos já seriam necessárias 3 planilhas diferentes.

Com um sistema de gestão, a integração é feita de modo automático, proporcionando mais confiança, menos erros e mais produtividade. Os melhores ERPs são totalmente integráveis ao sistema de gestão empresarial da organização.

Além disso, um sistema de gestão não substitui apenas suas planilhas no Excel como também são responsáveis diretas por tornar os processos da sua empresa mais ágeis.

 

Texto por: Buildin | www.buildin.com.br

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fbenevides 25 de junho de 2021 0 Comentários

Ativos tecnológicos como investimento estratégico

Cada vez mais as empresas enxergam os investimentos em soluções de software como um investimento em TI, e não como despesa, por um motivo simples: aumentam a lucratividade e a eficiência da organização.

No mundo dos negócios são considerados investimentos aqueles gastos realizados com o objetivo de aumentar a receita e a lucratividade ou melhorar a imagem da empresa. E se até pouco tempo isso significava a compra de máquinas para aumentar a produção ou veículos para fazer entregas, no atual cenário essa definição está cada vez mais associada às soluções de software.

O investimento em software é fundamental para que uma empresa consiga se manter atualizada e competindo de igual para igual em um mercado cada vez mais competitivo. Os ativos tecnológicos já deixaram de ser um diferencial e tornaram-se uma necessidade para praticamente todos os segmentos de negócios.

Entre os benefícios de uma boa solução de software estão à facilitação e agilização de processos e o fornecimento de serviços mais estratégicos, rápidos, seguros e atraentes para o consumidor, além de uma tomada de decisões mais eficiente por parte da empresa.

Como exemplos dessa tecnologia podemos citar as coleções de software especializadas em Arquitetura, Engenharia e Construção, que atualmente permitem a implantação do BIM (Building Information Modeling ou Modelagem da Informação da Construção em tradução para o português). Além de ser já obrigatório nos projetos e construções públicas no Brasil, ele reduz os custos e o retrabalho, aumentando de forma significativa o potencial de ganhos de produção.

A implantação de uma solução complexa exige alta capacidade técnica da empresa que oferece ao mercado, pois muitas vezes vai lidar com uma verdadeira reestruturação em vários processos de trabalho fundamentais à operação. Existem casos em que até mesmo a “sobrevivência” da empresa no mercado depende de sua modernização por meio de software. Todo esse trabalho é recompensado com um ROI muito maior para as empresas, além do aumento da produtividade e da possibilidade de crescer de forma sustentável.

Existem inúmeros tipos de software para empresas, assim como há diversidade de organizações e setores produtivos. Para citar como exemplo, os mais comuns são os softwares de comunicação, segurança, gestão, criação audiovisual e design.

Com tantas opções é possível que o decisor precise de parâmetros para basear sua escolha. Um dos critérios para classificar um software como um investimento é a capacidade de elevar resultados e reduzir custos – seja possibilitando produzir mais com os recursos disponíveis, seja reduzindo tempo de execução de tarefas, eliminando falhas e até aumentando a capacidade de se trabalhar em equipe de modo colaborativo.

Os itens citados são os mais lembrados pelos gestores quando se trata de elevação de ganho e redução de gastos. No entanto, vale lembrar que existe um campo ainda pouco observado pelas empresas brasileiras, a segurança da informação. E é nesse quesito que as soluções de segurança digital protegem as empresas contra grandes prejuízos derivados de vazamento de dados e golpes, mantendo a organização segura quanto às informações sensíveis, finanças e reputação da marca.

Atualmente os softwares permitem a execução de inúmeras funções dentro de uma empresa, com maior velocidade e aumento de volume de informações e atividades. No entanto, segundo o especialista Rafael Streda, engenheiro de soluções na Buysoft, “não basta comprar qualquer software e não ter quem apoie em serviços como implantação ou suporte. Em alguns casos, é necessário definir processos de trabalho totalmente novos para a equipe, acompanhar minuciosamente a operação da empresa e depois capacitar todos os envolvidos”.

Para quem está buscando atualizar a empresa, o especialista recomenda: “não busque apenas uma revenda com base em baixos custos, mas escolha um parceiro de negócio com boa capacidade técnica para entrega de serviços e que dê suporte especializado. A empresa que te atende deve gerar melhorias no desenvolvimento da operação (que é o cotidiano de trabalho) e no resultado, ou seja, nos lucros”. Segundo Streda, essa escolha pode ser fator decisivo para o sucesso dessa empreitada.

Texto por: Paranashop | www.paranashop.com.br

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fbenevides 11 de junho de 2021 0 Comentários

Mercado de software e serviços de TI deve manter crescimento até 2021, prevê estudo

Brasil faz parte do top 10 entre os mercados mundiais de TI, representando 1,9% das vendas de hardware, software e serviços globais. O país é o 9º maior mercado do mundo e também representa 36.5% das vendas totais do setor na América latina, muito à frente do México, que ficou em segundo lugar com uma quota de mercado de 22,9%.

A base do estudo do EMIS Insights – que contempla dados da ABES e da IDC – é 2016, ano em que a recessão no Brasil fez o mercado fechar em queda de 3,6% no valor das vendas, principalmente devido a demanda por produtos de TI.

Nikoleta Slavcheva, editora do EMIS Insights na América Latina, comenta que, em geral, o desempenho do mercado de TI no Brasil está seguindo as tendências globais, caracterizado por uma rápida expansão do segmento de software e serviços de TI, enquanto o mercado de hardware está mostrando sinais de maturação.

No entanto, ela lembra que em 2015 e 2016 houve uma série de fatores puramente locais que tiveram impacto significativo nos gastos domésticos com produtos e serviços de TI, como a desvalorização do Real, a alta taxa de desemprego e os menores investimentos em P&D, explicados pela recessão econômica deste período.

“Como resultado, o valor das vendas de hardware (incluindo PCs e tablets) no final de 2016 teve uma queda de aproximadamente 30% se comparado ao ano anterior, enquanto o segmento de software e serviços de TI apresentou um aumento de 1,2% no valor de vendas em 2016, muito abaixo do crescimento médio anual de 12,3% registrado entre 2010-2015. Em consequência disso, o Brasil perdeu duas posições no ranking global dos dez maiores mercados de TI, preparado pela International Data Corporation (IDC), encerrando 2016 na nona posição, enquanto em 2015 estava em sétima”, destaca.

A análise foi realizada pela EMIS, empresa multinacional que fornece informações estratégicas de empresas, setores e países dos mercados emergentes, e aborda como o mercado está e quais os caminhos que deve seguir até 2021.

Previsões

Em termos de demanda, o EMIS Insights estima que equipamentos mais acessíveis como notebooks continuarão a dominar as vendas de PCs no Brasil.

O estudo estima ainda que o mercado doméstico de software e serviços de TI deve crescer entre 2017 e 2021. O crescimento deve ser baseado na recuperação da economia que irá atrair investimentos em clound, ajudando a expandir a IoT e a evolução de tecnologia blockchain.

Os serviços de TI, por sua vez, devem crescer 5% por ano entre 2017 e 2021 e, até o final de 2021, as vendas de software e serviços de TI devem alcançar USD 25,8 bilhões com um aumento de 5,7% por ano.

Tendências no Brasil

O estudo revela que o setor de TI no Brasil está cada vez mais centrado no desenvolvimento de software e serviços de TI. Isso é explicado pela crescente popularidade das startups nos últimos anos, que foram impulsionadas, principalmente, pela busca de inovação por parte das grandes empresas nacionais das indústrias financeira, manufatureira e de serviços. De acordo com as estimativas da EMIS Insights, o desenvolvimento de software deve ser o principal impulsionador de crescimento para o setor de TI, pois investimentos maiores em segurança e aplicativos na nuvem aumentarão as vendas nos próximos anos.

Ao mesmo tempo, as deficiências existentes nas capacidades domésticas de produção de hardware, que dependem fortemente de insumos importados, juntamente com uma demanda fraca que deve permanecer presa no segmento de produtos de baixo custo, são destacadas pela EMIS Insights como os principais fatores restritivos para os fabricantes de hardware doméstico.

Pontos de atenção no Brasil

Além da análise das vendas e do desempenho operacional da indústria de tecnologia de informação no Brasil, o relatório da EMIS Insights também volta a atenção para o ambiente regulatório do setor, pois há uma série de questões que estão, atualmente, desempenhando um papel negativo para o desenvolvimento do mercado doméstico de TI.

“Curiosamente, apesar da crescente importância do segmento de software e dos serviços de TI, ainda não existe um marco regulatório abordando de maneira mais completa e adequada as questões ligadas à privacidade, segurança da informação e proteção de dados pessoais. Ao mesmo tempo, a legislação existente concentra-se principalmente no segmento de hardware, delimitando os incentivos fiscais que o Estado oferece aos fabricantes. Exatamente esses incentivos foram o motivo pelo qual, em agosto de 2017, a OMC (Organização Mundial do Comércio) determinou que a política industrial do Brasil não está em conformidade com as regras da organização e solicitou sua remoção em um período de 90 dias.”

No entanto, essas mudanças provavelmente vão demorar, tendo em vista que 2018 é um ano de eleições. Um fator adicional que chama a atenção para a legislação, de acordo com a EMIS Insights, é a falta de regras claras por parte do Banco Central em relação à operação de startups de tecnologia financeira (fintechs). “Estas estão se tornando cada vez mais populares no país, pois oferecem às pessoas sem acesso aos bancos tradicionais a oportunidade de obter serviços financeiros. Como resultado, as fintechs devem cumprir com os requerimentos de liquidações gerais que aumentam seus custos operacionais e dificultam seu desenvolvimento.”

América Latina

No nível regional, o Brasil continuou sendo o maior mercado latino-americano de TI. Em 2016, o país foi responsável por mais de um terço do total de gastos regionais em TI, enquanto a participação combinada dos cinco países a seguir no ranking em termos de valor de vendas de TI, incluindo México, Colômbia, Argentina, Chile e Peru, ficou em 51%.

“Em geral, embora quase todos os líderes locais tenham sofrido quedas no valor das vendas em termos reais no período, o mercado de TI na América Latina foi mais influenciado pelo fraco desempenho do líder Brasil, de acordo com as estimativas da EMIS Insights. O único país dos Top 5 na região que teve um aumento nas vendas foi a Colômbia, graças ao forte apoio público ao setor”, comenta.

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fbenevides 6 de julho de 2020 0 Comentários