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5G global network background technology with futuristic transpar

5G na saúde: tecnologia transforma relação médico-paciente

O 5G deve chegar no Brasil até julho de 2022 e promete estimular ainda mais novas tecnologias voltadas à saúde e os investimentos na área. Segundo o relatório Internacional Data Corporation, os investimentos tecnológicos na área da saúde na América Latina devem chegar perto dos R$ 10 bilhões neste ano.

Os aportes em healthtechs também são reflexo da importância cada vez maior das inovações na área, especialmente após a pandemia. Em 2021, a soma dos aportes recebidos por healthtechs brasileiras foi de US$ 530 milhões, 400% a mais do que o recebido em 2020. Com o 5G, esse cenário fica ainda mais promissor.

Com capacidade altíssima de velocidade, até 100 vezes maior que a internet 4G, a quinta geração da internet móvel deve possibilitar maior transmissão de dados e encurtar tempo de resposta entre médicos e pacientes, aumentando a eficiência na comunicação, além de possibilitar novas tecnologias para consultas remotas, com ferramentas essenciais para liberar informações em tempo real para paciente e profissionais de saúde.

“O Brasil já vive os primeiros movimentos para a chegada do 5G, que deve impactar positivamente o setor da saúde, garantindo, especialmente, o atendimento efetivo nos centros hospitalares por meio da conexão de alta estabilidade. Assistências remotas, por exemplo, poderão ser realizadas sem interferências de falta de conexão e com mais agilidade”, prevê Luis Albinati, CEO e fundador da Vitalicia, plataforma de comunicação que promove engajamento, fidelização e aumenta a satisfação dos pacientes de clínicas.

Segundo o especialista, a nova geração de redes móveis será capaz de otimizar a rotina de saúde do paciente e sua comunicação com o médico, com a rápida transferência de dados e a diminuição de período de latência, além da confiabilidade das conexões.

“Não há dúvidas de que essa tecnologia trará um salto de conectividade no atendimento em redes de saúde. A interação entre médico e paciente será facilitada e a saúde obterá ganhos incalculáveis, como a própria vida em alguns casos”, finaliza o executivo.

 

Texto por: Terra | www.terra.com.br

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fbenevides 8 de abril de 2022 0 Comentários
Businesswoman networking using digital devices

Como fica a transformação digital no pós-pandemia?

Quantas pessoas passaram a realizar compras online durante a pandemia? Quantas condomínios investiram em portarias remotas? E quantas recepções passaram a atender às pessoas através de totens de autoatendimento com leitura facial integrada? O fato é que a pandemia surpreendeu a todos e, para se adaptar às restrições necessárias, a sociedade se apoiou na tecnologia enquanto esperava a imunização. A vacina chegou, mas este legado tecnológico continua e, ao que tudo indica, se tornará o ponto de partida para uma sociedade conectada.

Há tempos entramos na era digital, mas é inegável que a realidade do isolamento nos obrigou a abrir espaço para conexões digitais no trabalho, na escola, nos bancos, no mercado corporativo. Estas soluções não são invenções recentes, mas frutos do ecossistema de inovação que possibilitou uma telecomunicação cada vez mais veloz, resoluções de câmeras cada vez mais potentes e analíticos de vídeo que ajudaram a reconhecer pessoas mesmo com as máscaras.

Agora, quase que simultâneo à vacinação, o leilão do 5G abriu um novo capítulo na história das empresas de tecnologia brasileiras. Além das novas soluções que dobram a esquina, a 5ª geração da internet tornará as soluções que formam este legado construído nos últimos dois anos ainda mais abrangentes e importantes para a operação logística, de segurança, atendimento de residências, condomínios e empresas, seja em áreas urbanas ou no campo.

Além das altas velocidades, a queda na taxa de latência que o 5G oferece, possibilitará a exploração total da capacidade de sistemas e operações que exigem respostas de comando em tempo real, por exemplo. O uso da inteligência artificial também será privilegiado e deve facilitar a integração de aplicações em locais remotos, onde antes o custo de infraestrutura necessário para a operação inviabilizava quaisquer projetos.

Aliado a isso, espera-se que haja mudanças significativas no cenário do e-commerce e no comércio presencial, com a popularização de equipamentos de autoatendimento, assim como cada vez mais redes focadas em autosserviço, estabelecimentos em que a presença física de funcionários trabalhando em tempo integral se torna desnecessária. Nesse sentido, o emprego de softwares de monitoramento será preponderante para viabilizar este tipo de comércio.

Outra grande mudança será a utilização de controles de acesso com reconhecimento facial ou reconhecimento de íris, trazendo à tona o uso em série das soluções touchless que foram amplamente abordadas durante a pandemia, uma vez que as superfícies de contato se tornaram ameaças à saúde. Agora, esta tendência ganha força não mais pelo medo do contágio, mas pelas camadas adicionais de segurança que oferecem. Assim, caminhamos em direção às cidades inteligentes e integradas.

Rogério Camargo, CEO da Alarmtek.

 

Texto por: TI Inside | www.tiinside.com.br

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fbenevides 25 de março de 2022 0 Comentários
Researcher using a transparent digital tablet screen futuristic

2022: o ano do 5G no Brasil

4 Grandes cidades do País já deverão ter acesso à rede até julho de 2022 e, então, a expansão do 5G vai continuar pelo interior. Mas isso não significa que o 3G e o 4G serão esquecidos.

Muito pelo contrário: os três tipos de rede vão conviver, a depender da localidade, da demanda e da estratégia de mercado de cada operadora.

A implementação da quinta geração da rede de internet será mais rápida do que aconteceu com o 4G. Essa nova rede também terá tipos diferentes, cada um com sua característica. É difícil falar em padrão de velocidade, por causa de fatores dinâmicos, como o padrão da operadora, a localização do sinal e o número de usuários na rede. De forma geral, o 5G é 20 vezes mais rápido que o 4G, e sua rede consegue suportar até 1 milhão de aparelhos conectados, enquanto o 4G segura apenas 10 mil.

Essa implementação será realizada por fases. No início, a rede disponível foi o 5G DSS (dynamic spectrum sharing, ou “compartilhamento dinâmico do espectro”, em português), no qual as frequências até então disponíveis e operacionais no mercado puderam ser utilizadas para rotear o 5G. Essa tecnologia determina a demanda das redes 4G e 5G em tempo real, dividindo o espectro de forma independente. O usuário terá acesso a essa rede, se tiver um celular com antena e chipsets compatíveis.

 

Novas frequências do 5G

Com o leilão realizado pela Anatel em novembro, estão disponíveis novas frequências. Entre elas, a faixa 3,5 GHz (também conhecida como n78), que permite uma largura de banda maior que as demais. Na prática, isso significa que mais informações poderão ser transmitidas entre a rede e o dispositivo por essa faixa. Consequentemente, a velocidade dos dados também será maior. Essa frequência poderá ser disponibilizada de duas formas: a non-standalone (NSA) e a standalone (SA).

No 5G NSA (non-standalone), ainda será necessário conversar com uma frequência 4G para autenticação de alguns registros. O registro principal é estabelecido em 4G (âncora) e a rede adiciona um ou mais componentes em 5G, o que permite alcançar altas taxas de transferência de dados (download e upload). Por sua vez, o 5G SA (standalone) foi desenvolvido para ser implementado em lugares mais controlados, como ambientes de manufatura. Nesses locais, os dispositivos conectados conversam entre si em 5G com velocidade igual à do NSA, porém com menor latência.

 

Diferenças para o usuário

Para os usuários de smartphones, a diferença entre a experiência do NSA e o SA é mínima. Mas o standalone é essencial para tarefas como cirurgias a distância e também para o desenvolvimento da internet das coisas (IoT, na sigla em inglês) no Brasil. As redes SA que serão construídas pelas operadoras após o leilão vão baratear os dispositivos IoT, que não precisarão mais ser compatíveis com outras frequências e usarão apenas uma antena. Os smartphones, por sua vez, precisam dessa redundância de conectividade para continuar funcionando. Por exemplo, um celular compatível apenas com 5G não tem utilidade em uma área fora dessa cobertura.

O fato é: não importa o tipo de 5G utilizado, essa rede trará inúmeros benefícios para a sociedade brasileira como um todo, seja pela ampliação da área de cobertura, seja pela conectividade super-rápida que os consumidores passarão a ter. Os usuários poderão desfrutar dos benefícios já com o DSS e com o NSA. Os aparelhos compatíveis com o 5G já estão disponíveis no mercado brasileiro e não apenas nos segmentos premium. Sinal de que, logo, o brasileiro vai aproveitar todo o potencial do 5G por aqui.

 

Texto por: Olhar Digital | www.olhardigital.com.br

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fbenevides 11 de março de 2022 0 Comentários
Aerial view of a business team

Investimento em tecnologia e capacitação são apostas das empresas para 2022

Para o empresariado brasileiro o ano da retomada já chegou. Passados quase dois anos de pandemia, as organizações estimam que 2022 será o ano que contribuirá para minimizar as perdas decorrentes da crise sanitária e de um período de incertezas na economia. Porém, não basta vontade. É preciso investir em tecnologia para sair na frente. Pesquisa da Deloitte, intitulada “Agenda 22“, mostra que 96% das empresas priorizarão os gastos em tecnologia em aplicativos, sistemas e ferramentas de gestão.

Segurança digital foi outro item levantado por 95% dos entrevistados. Outras áreas que receberão aporte serão a de atendimento ao consumidor (78%) e canais de venda online (71%). Os sistemas de gestão de dados, como o Enterprise Resource Planning (ERP), foram mencionados por 95% dos empresários como sendo fundamental para o êxito nos negócios em 2022.

Pensando em impulsionar os negócios, a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) consolidou, em 2021, diversos projetos de digitalização para empresas. No plano interno, a Agência encerrou o ano com 82% de maturidade digital, que é a definição dada à capacidade que uma empresa tem de competir efetivamente em um ambiente digital. A meta, atestada pelo Índice Cesar de Transformação Digital (ICTD), ultrapassou a expectativa de alcançar 70% até o final do ano.

Especialista há mais de 14 anos na área de Tecnologia da Informação com foco em programação e desenvolvimento de Web, Banco de Dados, Infraestrutura, Sistemas Empresariais, entre outros, Renato Martins dos Santos acredita que esse é o caminho acertado para ganhar um diferencial no mercado. “No mundo corporativo quem detém informação sai na frente. Mas, para obter informações relevantes sobre os seus negócios, essas empresas precisam primeiramente possuir os dados para que sejam tratados e, assim, gerem informações relevantes. Esses dados podem vir de diversas fontes e sistemas dentro de uma mesma empresa, como área de compras, departamento pessoal, área de vendas, estoque, financeiro, contabilidade, fiscal, patrimonial e outros setores”, disse.

De acordo com ele, antigamente para juntar todos esses dados e convertê-los em ‘informação’ era necessário um grande volume de tempo e trabalho. “Nesse contexto surgiram os sistemas ERP, que são softwares robustos, capazes de atender todas as áreas e otimizar a gestão da informação por toda a empresa”, explicou.

As vantagens desse software são inúmeras e, segundo Santos, incluem centralização de informação em um único sistema, maior eficiência e agilidade, adequação às normas contábeis e fiscais, segurança das informações, redução de custos, maior controle dos processos, entre outros. Embora a ferramenta seja uma boa aliada das empresas, Santos avalia que é preciso uma certa dose de maturidade e preparo para se chegar ao objetivo final.

“Nos vários anos em que trabalho com tecnologia e implantação de sistemas, tenho visto vários casos de sucesso, mas também alguns de fracasso na implantação de um sistema ERP. Muitas empresas falham ao ignorar a importância de um mapeamento dos processos e atividades desempenhadas. Devemos lembrar que para atingir um nível satisfatório durante a implantação de um software ERP todos devem estar alinhados e empenhados em atingir o objetivo”, esclareceu.
Para o especialista, os cuidados a serem observados para que a implantação seja bem-sucedida estão ligados ao estabelecimento de um canal de comunicação eficaz e acessível entre a equipe de implantação, funcionários e os chamados stakeholders, que são todas as partes interessadas em seus resultados (sócios ou acionistas, clientes e colaboradores, fornecedores). Definir bem o escopo do projeto e funcionalidades do ERP, assim como mapear os processos e rotinas executadas dentro da empresa por área também são fundamentais.
Outra dica é escolher bem o tipo de software adequado para o tamanho de cada empresa. “Vale lembrar que essa tecnologia não é a solução de todos os problemas. Se uma empresa não possui o mínimo de organização de seus processos e atividades, um ERP por si só não resolverá o problema. De toda forma, é um excelente e essencial aliado”, aconselha Renato Martins dos Santos.

 

Investimento em Recursos Humanos:

A capacitação e o treinamento de todos os colaboradores envolvidos na utilização do Software ERP é outra orientação do especialista. Essa última recomendação vai ao encontro da tendência do mercado para 2022, que é a da capacitação de equipes em todos os setores. A pesquisa da Deloitte revelou que 58% das organizações querem ter colaboradores mais bem preparados este ano. Cinquenta e três por cento esperam que a troca de conhecimento e experiências possam ajudar a alavancar as vendas.

Outro dado que confirma a priorização de ações na educação corporativa está na pesquisa Global Marketing Insights. Segundo ela, o mercado dee-learning deve dobrar de tamanho até 2027 motivado pela participação de empresas e seus colaboradores. Os investimentos saltarão de US$ 250 bilhões para US$ 499,1 bilhões no período.

 

Texto por: Terra | www.terra.com.br

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fbenevides 4 de março de 2022 0 Comentários
Texting at work

Aplicativos nas empresas: Como eles podem otimizar os processos

É possível otimizar vários processos investindo na criação de aplicativos que venham a suprir as necessidades das sua empresa.

Até pouco tempo, trabalhar utilizando o celular era impossível de imaginar, mas com a  tecnologia cada vez mais avançada, é possível desenvolver infinitas atividades profissionais através de smartphones e tablets.

Isso é tão possível que atualmente os dispositivos móveis ultrapassam o uso de notebooks e desktops no Brasil. Segundo dados recentes, são 242 milhões de celulares, contra 198 milhões de notebooks, desktops e tablets.

Esses dados querem dizer que é perfeitamente possível fazer com que a sua empresa consiga funcionar com seus trabalhadores utilizando aplicativos e realizando suas atividades através dessas ferramentas.

 

Quem precisa de um aplicativo?

Empresas de todos os portes e setores podem investir em um aplicativo próprio.

Essas ferramentas são desenvolvidas pensando nas necessidades da sua empresa, podendo resolver questões para facilitar o processo de seus funcionários ou para aproximar a relação entre sua empresa e seus clientes.

Existem inúmeras possibilidades dentro de um aplicativo, tanto é que hoje você encontra milhões de apps prontos e disponíveis para as mais diferentes possibilidades.

Existem muitos motivos para você investir na criação de um aplicativo para sua empresa e nós podemos listar alguns deles.

O mais importante é fazer uma análise e levantar todas as necessidades para que esta ferramenta seja criada para oferecer tudo o que você precisa.

 

Como os aplicativos podem otimizar processos:

Precisa otimizar processos dentro da sua empresa? Um aplicativo pode te ajudar!

Isso é possível através de ferramentas criadas para oferecer um sistema capaz de facilitar o trabalho do dia a dia da sua empresa.

O processo empresarial pode ser simplificado através de um app criado para a execução de trabalhos contínuos ou repetitivos.

Não importa qual seja o setor da sua empresa e nem o que ela faz, é possível criar um sistema perfeito para agilizar as suas principais funções.

Preenchimento de documentos, arquivamento de informações, atendimento personalizado, pós-venda, contato direto com o consumidor, contato com fornecedores, administração de estoques, são infinitas possibilidades.

Comércio, serviços e até algumas áreas dentro de uma indústria podem ter vantagens ao investir em um aplicativo.

Um bom exemplo são as lojas. Grandes varejos já possuem um aplicativo onde o cliente pode navegar pelo estoque, ter detalhes da peça e finalizar a compra.

Empresas de serviços podem não apenas apresentar seu material, como disponibilizar uma área exclusiva para contato com a equipe de vendedores e assim tirar as dúvidas do possível cliente.

Precisa guardar documentos ou permitir que o interessado crie um cadastro e seja direcionado para a sua equipe interna? Uma empresa de desenvolvimento de aplicativos pode te ajudar!

Para facilitar a construção do seu aplicativo, é importante já começar a listar o que você precisa, quais são as principais dificuldades do processo diário e assim será mais fácil conversar com o desenvolvedor.

Depois de ter um aplicativo próprio para a sua empresa, tudo ficará mais fácil, simples e organizado e as vantagens começarão a surgir, não apenas para a empresa, como para os funcionários e clientes.

 

Texto por: Meio Ambiente Rio | www.meioambienterio.com

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fbenevides 2 de março de 2022 0 Comentários

A importância da transformação digital

Falar sobre a transformação digital se tornou uma necessidade premente do mercado atual. O que começou como uma forma de se destacar da concorrência é hoje uma condição fundamental para que a empresa consiga manter seu negócio competitivo.

De acordo com uma pesquisa global feita em janeiro de 2021 pela empresa de prestação de serviços KPMG, 71% das companhias brasileiras aceleraram suas estratégias de transformação digital devido à pandemia e 67% aumentaram seus orçamentos para esse fim. Com isso, um processo que acontecia lentamente no país cresceu de forma rápida e, por se tratar de um conceito tão amplo, algumas dúvidas podem surgir para as organizações que estão em processo de digitalização.

Primeiramente, é necessário entender que a transformação digital engloba um conjunto de ideias, infraestrutura e ferramentas capazes de migrar os processos das empresas que antes eram analógicos para um ambiente virtual, utilizando, assim, a tecnologia para melhorar o desempenho e os resultados. Esse conceito vai além de uma simples adoção de ferramentas ou softwares, pois exige uma mudança na estrutura da organização, onde a tecnologia exerce um papel estratégico.

Implementar a transformação digital pode ser desafiador e, para serem bem-sucedidas neste aspecto, as empresas devem observar alguns pontos. Antes de começar a utilizar qualquer ferramenta, por exemplo, o indicado é que a organização faça um diagnóstico da sua situação atual, ou seja, determine quais áreas precisam de investimento tecnológico. Para algumas empresas pode ser necessário fazer automação no atendimento ou melhoria nos sistemas de comunicação interna. Por isso, analisar a situação atual contribui para que a empresa entenda suas prioridades e faça um planejamento tecnológico adequado.

Além disso, a gestão precisa estar engajada neste processo. A transformação digital afeta toda a dinâmica de trabalho e, por isso, a liderança precisa estar capacitada para trabalhar com as novas tecnologias de forma mais efetiva. As estratégias da gestão devem considerar os novos recursos disponíveis e utilizá-los para melhorar a produtividade das equipes.

Outro ponto de extrema importância é alinhar os colaboradores com as mudanças. Quando a empresa começa o seu processo de transformação digital, as equipes precisam entender como isso contribuirá para que o trabalho seja mais efetivo.

Como já foi destacado, a transformação digital implica na implantação de um processo gradual que não irá acontecer do dia para a noite. No momento em que as estratégias, gestão e equipes estiverem alinhadas, a próxima etapa será testar as novas ferramentas e verificar se elas estão de acordo com as expectativas e necessidades da empresa.

Ao investir na transformação digital a empresa se abre para inúmeras possibilidades de obter melhores resultados por meio da criatividade e da inovação. Otimizar os processos ultrapassados é uma forma de se destacar da concorrência e consolidar a empresa no mercado.

Rafael Dantas, superintendente da Câmara Americana de Comércio.

 

Texto por: TI Inside | www.tiinside.com.br

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fbenevides 18 de fevereiro de 2022 0 Comentários

O impacto da tecnologia na gestão empresarial

O impacto da tecnologia no mercado ocorre de maneira direta e multifatorial, ou seja, muitos aspectos modificam o fluxo de oferta e demanda através de novas ideias e de novos serviços e produtos.

 

O impacto da tecnologia na gestão empresarial

Os fatores tecnológicos precisam de amparo estratégico por parte de uma gestão empresarial, considerando que muitos pontos impactam nos resultados de uma marca no mercado.

 

Novas tecnologias e novas necessidades

Uma vez que novos produtos podem fazer com que surjam novas necessidades, da mesma maneira, uma nova forma de prestação de determinado serviço, pode modificar um segmento em todo o processo do setor. Sendo assim, a gestão da empresa deve analisar de forma estratégica a viabilidade de investir em tecnologia na gestão, de maneira que possa amparar os seus fluxos e atender o seu cliente de forma total.

 

Modificação do fluxo de oferta e demanda

Os fatores tecnológicos modificam o fluxo de oferta e demanda, considerando que o desejo de compra do cliente não é estático. Sendo assim, é importante que uma empresa verifique o que há de novo no mercado. Visto que podem surgir novas oportunidades para gerar valor competitivo para uma marca, ainda que ela já exista no mercado de forma tradicional. Dessa forma, é possível que uma empresa faça uma análise centralizada de gestão, de modo que considere todos os seus fluxos como fatores holísticos.

 

É necessário atualizar o funil de vendas e investir em sistemas integrados

Assim sendo, o investimento em tecnologia passa a ser integrado, considerando todas as cadeias produtivas e todas as entregas que são feitas ao cliente. Haja vista que a experiência do cliente é composta por todos os fatores diretos e indiretos na gestão empresarial, ou seja, é  necessário atualizar o funil de vendas e investir em sistemas integrados para melhorar a comunicação da marca com a sua audiência.

É fundamental que a gestão da empresa faça uma correta gestão de estoque e logística. Dessa forma, poderá garantir as entregas dos produtos dentro do prazo prometido.

 

Amplie o seu canal de vendas 

Sendo assim, uma gestão holística está completamente ligada aos fatores tecnológicos. Uma vez que o investimento em sistemas integrados, como a tecnologia omnichannel, permite que a empresa amplie o seu canal de vendas e realize uma gestão que considere métricas em tempo real, amparando fluxos internos e externos.

 

Quebra de barreiras na comunicação

Dessa forma, a gestão da empresa quebra importantes barreiras no que diz respeito à comunicação. Certamente, as ferramentas tecnológicas amparam uma empresa; ao passo que a ausência desse investimento pode fazer com que uma marca crie um fluxo contraproducente, entrando em obsolescência.

 

Texto por: Notícias Concursos | www.noticiasconcursos.com.br

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fbenevides 4 de fevereiro de 2022 0 Comentários
usiness people meeting to discuss the situation on the marketing

A tecnologia implícita na inovação e as oportunidades para as empresas na era digital

A tecnologia é um fator inerente à nossa realidade no trabalho e na vida pessoal. Por isso, é importante que uma empresa acompanhe os fatores tecnológicos, de modo que não fique aquém do seu potencial dentro do mercado. 

A volatilidade do mercado atinge todos os setores. Por isso, quanto mais uma empresa investir em tecnologia, mais conhecimento poderá obter sobre dados relevantes para que se direcione assertivamente. 

Além disso, uma empresa que se mantém atualizada atende o seu cliente, algumas vezes, criando novos nichos através de novas necessidades que surgem por conta da demanda tecnológica. 

Sendo assim, é importante que a empresa, independentemente do seu porte, nicho ou segmento de atuação, acompanhe os fatores tecnológicos que se referem a muitos pontos. Já que, na atualidade, todos os recursos que uma empresa utiliza são fatores relevantes para o seu crescimento. 

Investimentos em fluxos holísticos

Por isso, é necessário entender a tecnologia em diversas vertentes da gestão empresarial. Por exemplo, é importante que a empresa invista em sistemas integrados que otimizem a comunicação interna; também é necessário que uma gestão atualizada saiba como direcionar as habilidades soft skills do candidato durante o processo seletivo. 

Não menos importante, o fluxo operacional precisa ser revisto para que a empresa consiga eliminar etapas de processos, direcionando o seu fluxo para atender a sua demanda em tempo cada vez menor, porém, sem perder a qualidade.

Sendo assim, é necessário que a empresa conheça as inovações do mercado. Por exemplo, o sistema omnichannel se tornou uma necessidade para uma empresa do varejo, independentemente do seu porte. Porém, era uma opção quando do seu surgimento.

A tecnologia sempre deixará de ser opcional 

Entretanto, como tudo o que se modifica por conta da internet e do surgimento de novas tecnologias, a tecnologia omnichannel tornou-se cada vez mais necessária para uma empresa para se manter no mercado.

Visto que esse tipo de sistema permite que o cliente utilize diversos canais da empresa, entre canais físicos e online. Também é uma integração importante para a comunicação interna e externa.

A inovação oriunda da inovação

Portanto, uma empresa que investe em tecnologia pode otimizar seus processos de forma ampla. Outro exemplo de como os fatores tecnológicos modificam a rotina das empresas, é a impressão 3D, que na atualidade é utilizada por diversos ramos no mercado, bem como também é utilizada por empresas para fabricar produtos específicos. Ou seja, é possível inovar através da inovação tecnológica de outras empresas.

Por isso, é necessário que a empresa entrante no mercado considere o surgimento de novas necessidades dentro desse ciclo intangível e, cada vez mais rápido, que é a inserção de novas tecnologias e a otimização de produtos e serviços que já utilizamos, por muitas vezes, de maneira implícita na nossa rotina pessoal e profissional.

 

Texto por: Notícias Concursos | www.noticiasconcursos.com.br

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fbenevides 30 de dezembro de 2021 0 Comentários

NFT, Metaverso e 5G: as tendências de tecnologia para 2022

No mercado de tecnologia, não é incomum se deparar com palavras que podem parecer assustadoras. Em 2021, pelo menos duas delas chamaram a atenção de muitos empreendedores: NFT (token não-fungível) e Metaverso. Ambas são novidades que navegam a linha tênue entre moda e tendência. No próximo ano, porém, muito provavelmente irão se consolidar — ao lado de outras — como realidades no mercado de inovação.

 

Realidade aumentada será uma das tendências para 2022 (Foto: Divulgação)

Realidade aumentada será uma das tendências para 2022

 

Como o futuro está logo ali, PEGN conversou com Daniel Franulovic, diretor da Accenture Technology, para saber mais sobre o que esperar de 2022. No papo, o especialista fez um breve balanço sobre os destaques tecnológicos deste ano e listou o que deve ganhar força em breve. “Há hypes que geram negócio e investimento, no fim das contas. O Metaverso é um bom exemplo disso. Em 2022, a tecnologia certamente terá protagonismo”, afirma o executivo.

Analisar o presente é importante para trilhar caminhos adiante, e não há como fugir da realidade pandêmica dos últimos quase dois anos. “A pandemia foi o assunto mais falado e vivido neste ano, com impactos de inovação tecnológica que vieram por causa dela e junto dela”, diz Franulovic.. Como exemplo, ele cita tecnologias de suporte ao trabalho remoto, aceleração da computação em nuvem, conectividade via videoconferência, expansão do uso de realidade aumentada e virtual e adesão às soluções de computação distribuída. “Essas ferramentas ajudaram e ajudam as empresas que já estavam preparadas a acelerar a sua digitalização e as companhias que ainda não tinham investido nisso a entrar de vez na revolução digital”, declara o especialista.

No ano que vem, de acordo com ele, muitos desses recursos seguem como protagonistas — mas ganham a companhia de outras ferramentas. Além das já citadas NFTs e Metaverso, é necessário ficar de olho na ampliação do Blockchain e nas possibilidades do 5G. Confira a seguir as tendências para ficar de olho em 2022, segundo Franulovic, e por que os empreendedores devem estar mais atentos do que nunca às novidades.

 

Metaverso

“A expectativa é que o Metaverso represente a internet 3.0. Se vai se concretizar, ainda há de se ver, mas é uma tendência fortíssima”, diz o especialista. Na prática, a tecnologia se apresenta como algo que vai além da realidade virtual ou aumentada. É a representação virtual de um mundo — ou de vários — no qual cada pessoa pode “viver” como simulação. “É a criação de um mundo paralelo virtual que se conecta com o real. A proposta é que, por exemplo, você peça uma pizza no Metaverso e ela chegue na porta da sua casa. Ou o contrário: faz um pedido na vida real e seu usuário janta pizza no Metaverso”, afirma Franulovic. Como exemplo, cita a aposta bilionária do Facebook no recurso. “Não é pouco dinheiro sendo investido neste mundo digital. Acredito que seja uma tecnologia com crescimento exponencial.”

 

NFTs

Sim, os NFTs seguem dando o que falar. Como explicamos por aqui em abril deste ano, a tecnologia opera como um registro oficial e único de determinado arquivo digital, cujo valor pago não é referente a mais um documento que pode ser encontrado em qualquer busca pela internet, mas sim a um certificado de que aquele arquivo é único e irreproduzível. Para fazer isso acontecer, o NFT utiliza a base tecnológica do Blockchain, que garante ao arquivo um registro seguro e livre de fraudes. “As empresas que trabalham com arte, materiais tangíveis ou colecionáveis e não estão correndo atrás dos NFTs estão certamente atrasadas”, diz o executivo. Na visão do especialista, os tokens não-fungíveis serão complementares ao Metaverso ou a outras aplicações de Blockchain. “O potencial do NFT foi uma promessa não concretizada em 2021, mas que terá avanços em 2022.”

 

Blockchain

Para Franulovic, chamar Blockchain de tendência não é exatamente preciso. “Discutimos essa pauta há pelo menos cinco anos, desde o surgimento e o avanço do bitcoin”, diz ele. Mesmo assim, o executivo acredita que 2022 será marcado por um amadurecimento da tecnologia. “O conceito está mais claro na cabeça das empresas, com oportunidades em tokenização e rastreabilidade e o mercado de NFTs ganhando maior popularidade no mundo tech. Isso deve atrair grandes empresas, que passam a olhar com mais atenção para o uso de Blockchain em seus negócios.”

 

5G

No entendimento do executivo da Accenture, o 5G em si não é uma tendência, mas as oportunidades abertas pela tecnologia são. “Nada mais é do que uma geração com maior velocidade e menor latência. Enquanto ferramenta, não é nada revolucionário. Por outro lado, o que ela permite é, sim, uma revolução.” Entre as possibilidades do 5G, Franulovic aponta a ascensão das cidades inteligentes — “cada vez mais factíveis” —, a internet das coisas alcançando um potencial almejado por muitos anos e a inteligência artificial rodando em nuvem com mais agilidade, trazendo aplicações de segurança e de carros inteligentes, por exemplo. “Vamos conseguir conectar milhões e milhões de usuários com menos esforço.”

 

Como se preparar:

O executivo recomenda que as empresas tenham cuidado na hora de aderir a novas tecnologias. “Dependendo do tema, esse ‘cuidado’ vem de formas diferentes”, diz Franulovic. Em cibersegurança, por exemplo, as companhias devem ficar atentas na relação de confiança com seus clientes. “Descobrir que uma empresa não se preocupa com seus dados pode ser o fim de uma relação de anos”, afirma. Já em Blockchain e nos NFTs, a preocupação é entender suas implicações. “É compreender que há um hype, mas também estar atento para não ficar atrás nessa onda.”

 

Texto por: Pequenas Empresas e Grandes Negócios | www.revistapegn.globo.com

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fbenevides 17 de dezembro de 2021 0 Comentários
Futuristic business investment information technology

Tecnologia na era das ideias: a otimização das empresas no mercado atual

Estamos na era das ideias e cada vez mais inovações tecnológicas fazem parte do avanço do mercado; ao passo que se tornam diferenciais competitivos para o mundo dos negócios.

Tecnologia na era das ideias: a otimização das empresas no mercado atual

Nos anos 70, 80 e 90 a inovação tecnológica era mais fácil de ser acompanhada dentro do mercado. Visto que novos produtos surgiam, ao passo que as empresas poderiam aderir “aos poucos” tais inovações, como é o caso da máquina  de cópias e do Fax. No entanto, com a revolução da internet, novas tecnologias têm surgido de maneira dinâmica, modificando o fluxo de diversas empresas, fazendo com que surjam novas áreas de atuação.

A tecnologia é um conjunto de ideias, instrumentos, processos e métodos

De forma sucinta, a tecnologia é um conjunto de ideias, instrumentos, processos e métodos. Sendo assim, vários avanços tecnológicos contribuem para diversos setores ao redor do mundo, sendo primordial para o mundo dos negócios na atualidade. 

Portanto, a tecnologia acompanha a evolução da sociedade e é primordial para a continuidade dos processos de evolução humana, corroborando ideias e aparelhos smart que, cada vez mais, estão inseridos na rotina de todos.

Estímulos tecnológicos geram novos produtos

No mercado há diversos estímulos tecnológicos, bem como novas descobertas facilitam a rotina de milhares de pessoas. Não faz muito tempo que se ouvia dizer que haveria um telefone celular comandado por toque dos dedos; nascia a tecnologia Touch screen (sensível ao toque). Juntamente com essa inovação vieram diversas aplicações e, atualmente, o telefone celular smartphone é uma substituição de diversos aparelhos anteriores à essa tecnologia. Por isso, a era das ideias é uma revolução no mercado e gera novas inovações.

As empresas devem direcionar seus investimentos 

Sendo assim, um entrante no mercado pode se beneficiar de fatores tecnológicos; direcionando seus investimentos de forma que não fique aquém dessa dinâmica que, muitas vezes, ocorre por meio de fatores intangíveis.

Integração por meio de sistemas inovadores

É fundamental que invista em sistemas inovadores para que integre os setores da empresa, de maneira que a gestão da empresa obtenha dados facilitadores de gestão, melhorando o fluxo das entregas que são feitas aos clientes.

Crie ciclo de melhorias contínuas na era da inovação

Além disso, a otimização de processos tecnológicos permite que uma empresa se beneficie através da gestão holística, por muitas vezes, criando um ciclo de melhorias contínuas que são possíveis por meio de diversos fatores tecnológicos nos processos atuais.

 

Texto por: Notícias Concursos | www.noticiasconcursos.com.br

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fbenevides 19 de novembro de 2021 0 Comentários