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Segundo pesquisa 70% dos donos de pequenos negócios na Paraíba utilizam ferramentas digitais para vender

Levantamento também revela que, na opinião dos empresários paraibanos economia deve levar 17 meses para voltar ao normal.

Seja por meio das redes sociais, dos sites ou dos aplicativos de mensagens, os pequenos negócios continuam apostando nas ferramentas digitais como grandes aliadas não só do relacionamento com os clientes, como também da rotina de vendas. É o que indica a 10ª edição da pesquisa “O Impacto da Pandemia de Coronavírus nos Pequenos Negócios”, realizada pelo Sebrae com donos de micro e pequenas empresas de todo o país.  

A pesquisa, que entrevistou 81 donos de negócio na Paraíba, revelou que 70% deles afirmaram utilizar algum tipo de ferramenta digital, como WhatsApp, Instagram e Facebook, para efetuar a venda de produtos e serviços. Outro aspecto abordado pela pesquisa do Sebrae está relacionado com as expectativas dos empresários diante do cenário econômico. Questionados sobre quanto tempo a economia deve levar para voltar a um cenário considerado normal no Brasil, a média estipulada pelos entrevistados paraibanos foi de 17 meses.

De acordo com a analista técnica do Sebrae Paraíba, Renata Câmara, o cenário revelado pela pesquisa fez com que muitos empreendedores passassem a perceber a importância das ferramentas digitais, não só para vender, como também para a construção e manutenção de um relacionamento com os clientes.

“Essas ferramentas, que já existiam antes da pandemia e muitas vezes não eram bem exploradas, passaram a ser mais utilizadas nesse período. Elas fizeram com que os empreendedores passassem a perceber que nesses canais de venda eles precisam ter outro tipo de comportamento, já que os clientes não gostam de serem importunados, de ficarem recebendo catálogos e mais catálogos de produtos sem concederem autorização, ou seja, o processo de venda nas ferramentas digitais vem associado a uma conquista do cliente por meio do relacionamento”, explicou.

Além da apropriação de ferramentas digitais para a realização das vendas, a pesquisa promovida pelo Sebrae também constatou que, diante da crise econômica provocada pela pandemia, muitos empreendedores paraibanos ainda enfrentam dificuldades para manter os seus negócios em funcionamento. Apresentados a uma lista de frases e perguntados sobre qual delas melhor representa a sua situação atual, a maior parte dos entrevistados, 54%, disseram que “ainda tenho muitas dificuldades para manter meu negócio”.

Já 21% dos entrevistados disseram se identificar mais com a afirmação de que “os desafios provocaram mudanças que foram valiosas para o meu negócio”. Em seguida, 14% escolheram a frase “animado com as novas oportunidades”, seguidos por 11% que se identificam com a declaração de que “o pior já passou”.

Texto por: Paraíba Total | www.paraibatotal.com.br

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fbenevides 6 de abril de 2021 0 Comentários

Restaurantes e empreendedores adotam o Instagram como principal canal de vendas

A pandemia do coronavírus acelerou um novo formato de vendas que era tido apenas como “acessório” nas estratégias de algumas empresas, e até mesmo inexistente na grande maioria: através de mensagens em redes sociais.

Instagram, WhatsApp e Facebook entraram na mira dos empreendedores quando as portas do comércio tiveram de ser fechadas, por conta do isolamento social. Com as pessoas em casa conectadas à vida real apenas pela internet, o jeito foi encontrar novos caminhos para vender e conquistar mais clientes.

A percepção de que as redes sociais estão cada vez mais comerciais são confirmadas pelos números. Um relatório recente do Centro Regional de Estudos do Brasil apontou que 78% das empresas brasileiras de todos os tamanhos estão presentes em pelo menos uma mídia social, e acreditam que estes canais podem influenciar parcerias e aumento as vendas.

Nesta porcentagem, 57% delas estão conectadas apenas e exclusivamente para realizar vendas online – o que representa um aumento significativo de investimento dos comerciantes em plataformas digitais. É o caso, por exemplo, da empresária curitibana Caroline Michel, que abriu uma loja de presentes gastronômicos apenas pelo Instagram no começo da pandemia.

Em quase um ano de atividade, a Baskets Gifts já soma 65 mil seguidores na plataforma e picos de faturamento de R$ 150 mil ao mês. Foi a saída encontrada pela empresária para diversificar os negócios.
“Quando a pandemia começou e eu mesma tive Covid, comecei a perceber uma redução no valor de contratos na minha agência de comunicação, que tenho há dez anos, e vi que precisava pensar em algo para complementar a renda de casa. E aí surgiu esse estalo de criar algo personalizado, como um personal shopper para presentes, que eu gosto e que é promissor”, diz.

Ela conta que a ideia foi trazer um conceito diferente de presentes, principalmente entre os kits de alimentos com chocolates, bolos, e bebidas como espumantes e caixas para o preparo de gim tônica, entre outros. Caroline conta que o negócio rendeu tanto no Instagram que ela conquistou clientes como o dj Alok, a atriz e bailarina Carol Nakamura e o Instituto Neymar, entre outros.

Os pedidos, de acordo com ela, muitas vezes chegam em cima da hora, e é preciso correr para dar conta. “Entendemos que na pandemia, principalmente, as pessoas não tem hora. É o deus das causas impossíveis”, brinca.

É o mesmo visto pela boleira Morgana Wink, que toca a confeitaria virtual Delícia da Momo, também em Curitiba. Ela começou a empreender pelo Instagram em setembro do ano passado para conseguir cuidar dos filhos em casa, e viu os negócios darem um salto nestes seis meses.

“Eu vendo em torno de 200 bolos por mês totalmente pelas redes sociais, 95% pelo Instagram e o restante pelo WhatsApp, no boca a boca dos clientes”, conta.

O bom desempenho chamou a atenção de um shopping center da cidade, que a ofereceu um espaço para abrir um ponto físico para quando a pandemia passar.

Venda certeira
Estudo da consultoria Kantar aponta que as redes Instagram, Facebook e WhatsApp cresceram 40% no Brasil, em média, durante este um ano de pandemia, sendo a primeira delas a preferida dos anunciantes.

Pela própria natureza da plataforma, o Instagram é considerado a principal vitrine para vendas, pelo uso massivo de imagens. Só no Brasil são 95 milhões de usuários, e no mundo todo mais de 25 milhões de anunciantes. É um movimento que já vinha se formando desde 2016 e que foi potencializado a partir do começo de 2020.

Especialista em empreendedorismo e vendas pelas redes sociais, Frederico Flores explica que o Instagram passou a se destacar cada vez mais como um canal de negócios a partir do momento em que foi ganhando novas funcionalidades, como mensagens, Stories, transmissões ao vivo e posts patrocinados.
“O Instagram é hoje o que a televisão foi no passado, é onde as pessoas assistem conteúdos e se informam. É a maior plataforma de negócios do mundo, um misto de entretenimento e informação que faz com que as pessoas fiquem ligadas a ela”, conta.

Com mais de 310 mil seguidores em um perfil que dá dicas de empreendedorismo, Frederico Flores conta que a plataforma pode ser usada também por empresas que já existem no mundo real, e não apenas para negócios exclusivamente virtuais.

Para ele, o Instagram conquistou espaço na estratégia digital das empresas como uma extensão dos canais de vendas, por aproximar os produtos das pessoas – mas, com algumas particularidades primordiais.

“É preciso humanizar e criar uma conexão com a pessoa. A humanização do produto, independente do tamanho da empresa, aumenta a recorrência e o tíquete final. E a conexão converte o comprador, com um produto que seja acessível, fácil de ser feito, comprado, consumido e compreendido”, completa.
Frederico explica que pequenos e médios empreendedores têm muito mais facilidade em humanizar e se conectar aos potenciais clientes das redes sociais do que as grandes empresas, pela facilidade de criar conteúdos menos engessados e mais espontâneos.
“Uma confeiteira cortando um bolo e conversando com o internauta num Stories ou numa live gera muito mais engajamento do que simplesmente a foto de um bolo sem nenhuma ação”, exemplifica.

Do real ao virtual

A própria natureza do Instagram, de ser uma rede social de imagens, a tornou uma vitrine potencial para vendas.

Pesquisa realizada pela startup Omnichat mostra que mais de 10 milhões de atendimentos via chat foram realizados no Brasil ao longo de 2020, totalizando mais de 330 milhões de mensagens trocadas entre vendedores e consumidores. Entre elas estão grandes marcas como Brasil Cacau e Domino’s Pizza.

Já outro estudo da consultoria Mandalah com a plataforma de inteligência artificial Stilingue aponta que, de fevereiro a julho de 2020, as menções por “ter feito alguma compra online” tiveram um aumento de 128%.

Levar os negócios do físico para o virtual foi a saída encontrada pela empresária Patrícia Veron, sócia do restaurante e açougue Boi and Beer, de Curitiba, logo no começo da pandemia. Com a operação restrita por conta dos decretos sanitários de contenção ao avanço da Covid-19, o jeito foi recorrer às vendas pelo Instagram e WhatsApp para pagar as contas.
Hoje, o comércio pelos canais digitais (redes sociais e delivery) responde por 50% do faturamento, com uma estratégia que estimula o engajamento dos internautas em publicações orgânicas e patrocinadas.
“As redes sociais e principalmente o Instagram têm sido o nosso principal meio de propaganda e venda, onde abrimos e concluímos no restaurante. Quanto mais estimulamos o engajamento, mais ela entrega, e é nítido o crescimento do faturamento a partir disso”, conta.

Para ela, o Instagram ajuda muito nas vendas imediatas e também no “branding” do Boi and Beer, tornando os serviços mais conhecidos. A presença de marca foi tanta que só o delivery cresceu 1.540% ao longo de 2020, nos meses de pandemia, utilizando conceitos como a humanização e a conexão com o público – o campeão do programa “MasterChef A Revanche”, Vitor Bourguignon é o garoto-propaganda, além de sócio e chef executivo.

Ao Bom Gourmet Negócios, Frederico Flores conta o que é preciso para fazer negócios de sucesso no Instagram:

Humanização das marcas: o Instagram é uma rede social muito ligada à “pessoalidade”, e as pessoas se comunicam muito mais quando tem a humanização da marca, do produto, da solução. Assim, como o Instagram é uma rede social que as pessoas acompanham a vida de outras, o dia a dia, seja para inspiração ou motivação, é importante que as marcas tenham isso em mente e humanizem os seus perfis. Isso é possível quando se mostra o rosto de quem está por trás da empresa e faz o dia a dia acontecer, mostra a equipe e os bastidores.
Provas sociais: outra dica é usar as provas sociais, que são obtidas com depoimento dos clientes, vídeos deles utilizando os produtos e falando sobre você. Esse material pode ser compartilhado no feed ou Stories. Podem ser utilizados elementos, depoimentos, cases, exemplos de coisas que já fez, que te dê autoridade.
“Infoentretenimento”: de uma maneira geral as pessoas estão no Instagram para se divertir. As marcas com sucesso de engajamento no Instagram são aquelas que tratam a informação como entretenimento, que é quando ensina e mostra a solução de forma mais lúdica, divertida, polêmica, que faz com que as pessoas tenham vontade de participar. As marcas que conseguem ter uma boa estratégia de “infoentretenimento” fazem sucesso com o público.

Texto por: Gazeta Do Povo | www.gazetadopovo.com.br

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fbenevides 31 de março de 2021 0 Comentários

Número de mulheres que empreendem cresce 40% durante a pandemia

As mulheres empreendedoras já somam mais de 30 milhões no Brasil, de acordo com a Global Entrepreneurship Monitor, o que representa 48,7% do mercado empreendedor, e na Bahia a porcentagem de mulheres donas de negócios é de 31%, segundo dados do Sebrae-BA. Alcançar tal número marcante deixa mais evidente o quanto amanhã, Dia Internacional da Mulher, deve ir além das homenagens. O 8 de março chega com inspirações e um lembrete para as mulheres que duvidam se devem investir em suas ideias. Elas devem e podem ir com tudo.

“Esses números mostram o papel importante que a mulher tem na economia. Cerca de 44% delas são chefes de família e 85% são responsáveis pela decisão de compra dentro do lar. Isso é força de trabalho e de consumo. O papel de coadjuvante na economia não nos cabe mais, já somos protagonistas, o que nos falta é representatividade dentro do governo para que mais políticas públicas sejam feitas a nosso favor”, explica Rosemma Maluf, vice-presidente da Associação Comercial da Bahia (ACB).

Só no último ano o empreendedorismo feminino cresceu em 40%, segundo dados da Rede Mulher Empreendedora. Porém esse crescimento durante a pandemia possui um lado negativo por ser, em grande parte, um empreendedorismo por necessidade e não oportunidade. A dupla jornada ainda está presente, então muitas mulheres abrem negócios menores que geram renda, mas que são conciliáveis com os cuidados de casa. Para Karine Oliveira, fundadora da Wakanda Educação Empreendedora (@wakanda_educacao), o aumento das empreendedoras por necessidade é resultado das demissões em massa, já que as mulheres são as primeiras a ser demitidas e as últimas a sair do desemprego.

“Gestoras naturais”

“Cerca de 90% de nosso quadro de clientes é composto por mulheres, em sua maioria negras, que precisam que o negócio dê certo, pois a família depende dessa renda, e isso só se agravou na pandemia. Por isso buscamos mostrar que elas, que cresceram aprendendo a lidar e a conduzir a família, são gestoras naturais. E quando empreendem, usam tudo isso a seu bel-prazer. Muitas já são empreendedoras, apenas nunca consideraram se intitular assim”, ela explica.

A Wakanda, uma empresa que traduz conteúdos do empreendedorismo tradicional para a linguagem informal e regional, permitindo o acesso e fortalecimento de negócios periféricos e por necessidade, funcionava apenas no modo presencial e a pandemia expôs a falta de presença online da empresa, que precisou entender a importância do digital e mostrar isso aos clientes, que também não tinham afinidade com o meio.

E essa mudança no modelo de negócio e na forma de atuação foram os principais pontos de destaque para as empresas lideradas por mulheres desde o início da pandemia, afirma Mariana Cruz, gestora de projeto de empreendedorismo feminino do Sebrae. “Elas estão sabendo se adaptar mais rapidamente e eficientemente aos novos contexto e comportamentos dos consumidores”. E quem bem sabe disso é a empreendedora Camila Reis, proprietária da Óleos da Mi (@oleosdami), empresa especializada em óleos e manteigas vegetais criada em 2014.

A empresa nasceu sem grandes pretensões, mas hoje já possui loja física e virtual, atendendo a todo o país. A adaptação da produção e na logística foram rápidas na pandemia, mas Camila Reis explica que o faturamento não se deve apenas ao produto, mas também pela postura. A empreendedora se usava como exemplo para tentar atender às necessidades das clientes: mulheres que, assim como ela, estavam em casa, mas que gostariam de ter momentos de autocuidado.

“O momento, apesar de desfavorável financeiramente, não é de lucro, mas de procurar fornecer ajuda e compreensão. Criamos lives com uma psicóloga para auxiliar nas emoções, conversas livres para gerar diálogo e suporte para o uso dos produtos. O crescimento foi consequência da empatia, e, como a empresa contribuiu para minha renda, percebi que ela poderia fazer o mesmo por outras mulheres, principalmente as trans e mães solo. Por isso, agora em 2021, estamos estruturando treinamentos para um sistema de revenda onde essas mulheres irão desenvolver habilidades que poderão usar para a vida”, conta a empreendedora.

Rede de acolhimento

“Por isso acredito que essa rede de acolhimento feminino é uma das grandes responsáveis pelo crescimento de 40% de mulheres empreendedoras. E acontece de forma natural por quem já empreendia, entende e tem total empatia por aquelas que estão começando”, afirma a fotógrafa Lane Silva (@lanesilvafotografia), que precisou bolar um plano de ação não apenas para pagar as contas na pandemia, mas também para comprar um computador novo, um dos instrumentos essenciais em seu trabalho e que quebrou logo depois do coronavírus chegar ao país.

Com planejamento e divulgação, os trabalhos continuaram aparecendo, e Lane Silva conta que iniciou 2021 com atualizações em seus serviços – fotografia de estúdio, cobertura de eventos e até álbuns e revelações de fotos – e já começou a colocar em prática. “Passar pela pandemia é um processo doloroso, mas espero que este ano seja de caminhos abertos para todos que vivem de seu corre, dia após dia conquistando espaço e, claro, vivendo daquilo que gosta”, conta.

Texto por: A Tarde | www.atarde.uol.com.br

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fbenevides 9 de março de 2021 0 Comentários
Shopping online concept - Parcel or Paper cartons with a shoppin

Cresce em até 59% movimentação do e-commerce durante a pandemia

O distanciamento social provocado pela pandemia do coronavírus fez com que os negócios virtuais tivessem um expressivo aquecimento durante o período da circulação do vírus.  Países em que o hábito de comprar e vender pela internet seguiam em baixa, nos meses em que o vírus apresentou maior agressividade, tiveram mais movimentação pela internet, chegando a marca de 59% na comparação com o período sem a doença, como é o caso do Chile.

Os dados são da pesquisa do Instituto Ipsos feita em 28 países, que mostrou que os britânicos ficaram em segundo lugar, com 55% de aumento, e os turcos e coreanos, com 54%, na terceira posição. No Brasil, as vendas online tiveram crescimento de 47%, mas o número foi maior que a média mundial, que é 43%.

Para o consultor de negócios Diego Arruda, isso mostra uma tendência de mercado que merece atenção e dedicação dos empresários.

“Essa é uma nova modalidade de vendas que veio para ficar. Além da segurança em se comprar online e evitar a contaminação pelo vírus, o consumidor também tem mais comodidade e praticidade de fazer a compra de onde estiver, ao toque do celular”, comenta. “Para se dar bem nessa modalidade, cabe ao empresário entender esse novo formato e se dedicar à ele, oferecendo um ambiente acessível, de fácil compreensão e atrativo”, afirma.

Ainda segundo a pesquisa, o perfil do novo consumidor do comércio eletrônico é, principalmente: mulher (45%), com menos de 35 anos (45%) e de renda alta (49%).

Texto por: TI Inside | www.tiinside.com.br

 

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fbenevides 26 de fevereiro de 2021 0 Comentários
Shipment Online Sales, Small business or SME entrepreneur owner

Com vendas online estourando, logística inteligente inclui operações de estoques.

Personalizados para movimentação de produtos nas áreas de armazenagem, carga e descarga são necessários, mas temos um ingrediente extra neste 2021: as vendas online!

A pandemia que tanto assustou (e ainda assusta) o planeta trouxe o isolamento social – e o aumento das vendas online.  A Via Varejo, responsável pela gestão da Casas Bahia e Ponto Frio, informou crescimento de 20% no seu GMV (Gross Merchandise Volume – uma métrica criada para calcular o volume bruto de mercadorias em uma empresa) somente no Natal de 2020. Os números são decorrência das vendas do e-commerce  que trouxeram um aumento de 125,2% no período entre 19 e 25 de dezembro de 2020 comparado com 2019.

Agora, imagine um crescimento deste porte sem uma gestão de estoque eficiente? Seria um caos conseguir vender e não entregar: “Esta explosão no número de vendas online afetou todos os segmentos, consolidando este modelo de negócio. Agora, as empresas precisam prestar atenção na logística de estoque para não vender mais do que se consegue entregar” esclarece Renato Pádua, executivo de contas da CWBem.

Vantagens são inquestionáveis
Nesta equação, a terceirização de logística desafoga a operação pois, é feita através de mãos profissionais em todo o processo – recebimento de materiais e produtos, descarregamento, classificação e identificação, inspeção final, adequação e reaproveitamento de paletes e embalagens:

Terceirizar a logística é delegar tarefas da área para uma empresa que será parceira, incluindo não apenas a entrega de produtos finais, mas também o transporte de matéria-prima e demais componentes”

A terceirização dos processos logísticos reduz custos: Quando se delega a logística, se reduz custos e até mesmo, substitui custos fixos por variáveis, incluindo uma possível redução da folha de pagamento.

A terceirização dos processos logísticos traz know-how: Desafogada desta responsabilidade, a empresa pode usar este tempo e seus profissionais  para corrigir falhas e aprimorar diversos pontos, afinal, a logística estará em mãos experientes.

Terceirizar atividades secundárias, como a logística, possibilita o foco no core business gerando um ciclo positivo na organização. Estamos falando de gestores liberados para desenvolver estratégias e soluções que melhorem os serviços e produtos” completa Renato.

 

Texto por: Paranashop | www.patanashop.com.br

 

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fbenevides 11 de fevereiro de 2021 0 Comentários